- Arnaldi (104º) e Chwalinska (114ª) chegam às semifinais de Roland Garros 2026 e podem se tornar a primeira dupla fora do top 100 a vencer um Grand Slam ao mesmo tempo.
- Se vencerem, serão os primeiros a conquistar o título simultaneamente fora do top 100, título que nunca foi alcançado por uma dupla, apenas por jogadores individualmente.
- Exemplos de homens fora do top 100 que venceram um Grand Slam: Mark Edmondson, Australian Open de 1976 (212º); Goran Ivanišević, Wimbledon de 2001 (125º).
- Exemplos de mulheres fora do top 100 que venceram um Grand Slam: Emma Raducanu, US Open de 2021 (150ª); Chris O’Neil, Australian Open de 1978 (111º, vinda da qualificatória).
- Mesmo sem título, Roland Garros pode ter vencedores inéditos nas chaves de simples masculina e feminina; última vez com campeões inéditos em ambas foi o US Open de 2021 (Raducanu e Medvedev), e Paris não via dois campeões inéditos desde 2016.
Arnaldi e Chwalinska podem protagonizar um feito sem precedentes em Roland Garros 2026, na Era Aberta do tênis. Pela primeira vez, um Grand Slam pode ter dois campeões fora do top 100 ao mesmo tempo.
A dupla disputa as semifinais em Paris. Matteo Arnaldi ocupa a 104ª posição e Maja Chwalinska está em 114ª. Ambos aparecem como azarões nas duas mesas, tanto na semifinal quanto em possível final.
Historicamente, há casos de campeões de Grand Slams com ranking fora do top 100, mas separados por masculino ou feminino. Mark Edmondson foi 212º ao vencer em 1976; Goran Ivanisevic foi 125º ao vencer Wimbledon em 2001.
Raducanu venceu o US Open de 2021 adotando o caminho inédito de vingar o título vindo do qualificatório, aos 150º lugar. O feito masculino semelhante foi registrado por Chris O’Neil, em 1978, com 111º no ranking.
Apenas se uma dupla fora do Top 100 vencer o torneio haverá o primeiro caso simultâneo no masculino e no feminino. O histórico aponta para potencial aprendizado de Roland Garros com vencedores inéditos.
Se não confirmarem o título, Paris verá dois campeões inéditos em simples masculina e feminina pela última vez desde 2016, quando houve mudanças significativas na chave.
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