- Diana Shnaider venceu Aryna Sabalenka em Paris, virando de 3/6, 7/5, 6/0 e fechou os dez últimos games.
- Ela confirmou ter percebido a queda de intensidade da líder do ranking e lembrou da final do ano anterior, também marcada pelo vento.
- A russa de 22 anos citou a adaptação ao vento, ao saibro e aos quiques imprevisíveis como fatores da virada.
- Shnaider afirmou manter agressividade e foco, aproveitando as oportunidades diante da adversária, que costuma jogar rápido em quadras duras.
- Com o resultado, a jogadora sobe provisoriamente para o 16º lugar no ranking e encara a polonesa Maja Chwalinska, surpresa da chave.
Na final de Roland Garros, em Paris, Diana Shnaider virou diante de Aryna Sabalenka ao perder o primeiro set. A russa venceu 3/6, 7/5 e 6/0, fechando os 10 games finais da partida para avançar. O triunfo impede a conquista de Sabalenka no torneio.
Aos 22 anos, Shnaider ressaltou ter observado o vento e a instabilidade da quadra, fatores que marcaram o jogo. Ela afirmou ter ajustado a estratégia para manter o foco e explorar as oportunidades, especialmente no saque e na movimentação no saibro.
A vitória coloca a jovem no controle do ritmo do desafio e reforça a confiança para a sequência do torneio. A tenista brasileira, atual cabeça de chave 25, destacou a importância de manter a agressividade diante das condições adversas.
Shnaider encara a próxima adversária
A russa encara a surpresa da chave, a polonesa Maja Chwalinska, na luta pelas vagas avançadas. Chwalinska é conhecida pelo uso frequente de drop-shot e slices, além de ser canhota como Shnaider, o que promete equilíbrio tático.
A candidata a grande decisão está provisoriamente no 16º lugar do ranking. Shnaider avaliou que o duelo pode exigir ajustes e acredita numa batalha disputada para chegar ao seu primeiro Grand Slam.
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