- O Fluminense encerra o primeiro semestre ainda vivo no Brasileirão, na Libertadores e na Copa do Mundo, após começo forte e queda de rendimento na sequência.
- No Brasileirão, o time começou entre os favoritos, chegou a estar em terceiro com vinte pontos, mas teve ritmo menor após o empate com o Coritiba, mantendo-se na luta pela liderança.
- A defesa foi o principal problema, especialmente após a saída de Thiago Silva, com gols sofridos em sequência e queda de desempenho coletivo.
- John Kennedy se destacou pelo ataque, com gols decisivos; Martinelli, Lucho Acosta e Guga foram destaques que ajudaram a manter o time competitivo.
- A montagem do elenco segue com reforços chegando, como Hulk, e outros nomes já atuando, enquanto a vitória sobre o Deportivo La Guaira marcou a reconexão com a torcida e a classificação às oitavas da Libertadores.
O primeiro semestre do Fluminense terminou com o time ainda vivo em três frentes, mas com o clima de pressão em alta. O Tricolor iniciou o Brasileirão com boa fase e perspectivas de título, passou por oscilações, e encerra o período com derrota de ritmo na liderança e queda na defesa.
No Brasileirão, o time começou forte, vencendo Nova Iguaçu, Flamengo e Grêmio. Um 1 a 1 com o Bahia trouxe sensação de que poderia render mais. Depois, vitórias sobre Botafogo e Vasco, além de manter competição com o Palmeiras, indicavam posição entre os favoritos.
A partir de empate com o Coritiba, o rendimento caiu. calendário pesado, atrasos de jogos, oscilações na Libertadores e defesa vulnerável ajudaram a afastar o Fluminense da liderança, embora ainda lutando por vaga no G-4.
John Kennedy brilhou na fase inicial, decidindo partidas contra Santos e Chapecoense. Contudo, o rendimento coletivo despencou quando a defesa ficou exposta, com Thiago Silva fora de ação, abrindo espaço para reconstrução de zaga.
Zubeldía sofreu pressão por demora em mudanças e por não promover com mais frequência jogadores que vinham pedindo passagem, especialmente nas laterais. Internamente, a diretoria manteve confiança no técnico durante a recuperação.
Entre os destaques, Martinelli atuou com regularidade até sofrer lesão, retornando para ajudar na vitória sobre Deportivo La Guaira. Lucho Acosta ganhou protagonismo técnico, e Guga ganhou espaço pela lateral direita.
No aspecto defensivo, a saída de Thiago Silva deixou um vazio importante. O treinador reconheceu a dificuldade de reorganizar a linha de proteção após a saída do capitão, em meio a leque de mudanças e adaptação de peças.
O semestre também teve momentos de cobrança da torcida, especialmente em jogos decisivos. A vitória por 3 a 1 sobre La Guaira consolidou a classificação às oitavas da Libertadores e ajudou a reaproximar elenco e torcida.
> O que esperar para o segundo semestre
O empate fora de casa diante do Cruzeiro fechou o primeiro turno, mantendo o Fluminense competitivo mesmo com desfalques. A pausa para a Copa do Mundo oferece espaço para ajustes, incluindo reforços na defesa e eventuais saídas.
Já está confirmada a chegada de Hulk após a Copa, somando-se a John Kennedy na responsabilidade ofensiva. Savarino e Lucho Acosta se mostraram importantes durante o primeiro semestre, com Freytes alternando altos e baixos.
A direção promete movimentação no mercado, buscando fortalecer a defesa e manter o ritmo competitivo. Canobbio, convocado para a Copa, pode valorizar e atrair oportunidades internacionais, influenciando decisões futuras.
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