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Chwalinska relembra afastamento do tênis e foca em jogo de cada vez

Polonesa Maja Chwalinska avança às semifinais de Roland Garros após pausa de três meses em 2021, mantendo foco em cada jogo e na adaptação às condições de vento

Maja Chwalinska (Foto: Jean-Baptiste Autissier / FFT)
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  • A polonesa Maja Chwalinska, 24 anos, chegou à semifinal de Roland Garros vindo do quali, e enfrentará Diana Shnaider na próxima partida.
  • Em 2021 ela ficou três meses afastada do tênis para espairecer a cabeça, voltou após alguns meses e vem fazendo ótima campanha no saibro de Paris.
  • Ela derrotou Anna Kalinskaya em sets diretos para chegar à semifinal, tornando-se apenas a segunda jogadora vinda do quali a alcançar esse estágio do torneio.
  • Chwalinska disse estar jogando um jogo de cada vez, adaptando-se às condições de vento e tempo, e quer deixar o torneio sem arrependimentos.
  • Sobre Emma Raducanu, ela preferiu não valorizar a comparação, reconheceu a trajetória da britânica e destacou o equilíbrio entre as jogadoras que chegam do quali.

Maja Chwalinska, 24 anos, está na semifinal de Roland Garros após uma trajetória surpreendente em Paris. A polonesa defendeu que o caminho começou com uma pausa em 2021, quando ficou três meses sem competir para reorganizar a cabeça.

Em 2021, a jogadora passou por momentos difíceis e chegou a não conseguir sair da cama. Ela relata que precisava parar para recuperar o equilíbrio mental e que, meses depois, decidiu voltar ao circuito. Hoje, ela se tornou a segunda nascida no quali a chegar à semi em Paris.

Atual 114ª colocada no ranking, Chwalinska venceu Anna Kalinskaya em sets diretos nesta quarta-feira e garante foco em cada partida. A semifinal será contra Diana Shnaider, e a tenista destaca a importância de se adaptar a cada dia e a cada condição.

Jogo duro e com muito vento

A polemica foi um duelo exigente, com ventos fortes dificultando a leitura de bolas. Chwalinska ressaltou a necessidade de manter a concentração diante das mudanças de ritmo e da pressão do momento.

A brasileira Kalinskaya abriu 1/5 no primeiro set, mas a polonesa virou em um tiebreak tenso e venceu o set. No segundo, a luta foi ainda maior, com destaque para o backhand em slice, que ajudou a manter o controle do jogo.

Comparações com Raducanu

A comparação com Emma Raducanu é citada, mas a italiana prefere destacar a trajetória de cada atleta. Raducanu venceu um Grand Slam vindo do quali com séries longas, o que aPolonesa reconhece como impressionante.

Chwalinska comenta ainda que o nível entre as rodadas de qualificação e a chave principal está próximo, lembrando que jogadoras que vêm do qualificatório costumam mostrar grande qualidade. Ela afirma acreditar que dias melhores podem chegar para mais atletas.

A levantadora do saibro parisiense reforça o desejo de aproveitar cada momento do torneio e não antecipar o que vem pela frente. Ela segue com foco total em cada jogo até o término da competição.

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