- O Roland Garros credenciou 10 cães de jogadores nesta edição, permitindo acesso aos recintos do torneio.
- A iniciativa evidencia o crescimento da presença de animais de estimação de atletas em grandes eventos esportivos.
- A atacante Marta Kostyuk comentou que leva dois cães na estrada e destacou o suporte emocional que eles proporcionam.
- O jogador Zizou Bergs afirmou que levar Copain para o trabalho ajuda a manter uma sensação de “vida normal” e a descansar da agenda.
- A gerente de Apoio e Relações com os Jogadores, Kildine Chevalier, disse que as credenciais são positivas, com cães ficando em áreas reservadas e regras flexíveis para facilitar a convivência dentro do recinto.
Paris recebe pela primeira vez uma edição de Roland Garros com credenciamento próprio para cães de jogadores. Ao todo, 10 cães têm autorização para acompanhar os atletas nas áreas do torneio, dentro de regras específicas.
A presença de animais de estimação vem ganhando espaço no circuito. Jogadores destacam o apoio emocional que os cães oferecem durante a temporada, especialmente em dias de competição intensa e viagens longas.
Entre os atletas que vivem essa rotina estão Marta Kostyuk, semifinalista do torneio, e o belga Zizou Bergs. Kostyuk destaca que o cão Mander funciona como cão de serviço e ajuda a reduzir o estresse, ao identificar momentos de tensão. Ela também fala de Chich, o cão menor, que costuma dormir junto a ela para conforto.
Bergs relata que Copain acompanha seu dia a dia nos torneios há três temporadas, ajudando a manter a sensação de normalidade. O jogador lembra que a agenda cheia dificulta o tempo em casa, e ter o cão por perto facilita o descanso mental.
Acesso autorizado e regras de convivência
Kildine Chevalier, gerente de Apoio e Relações com os Jogadores, comanda uma equipe de apoio de 160 pessoas e recebeu avaliação positiva pela iniciativa. As credenciais permitem que os cães circulem em áreas reservadas aos jogadores, desde que fiquem em colo ou bolsos para cães menores.
Segundo a organização, alguns cães chegaram a entrar em camarotes próximos à quadra, o que não é o foco, e a alimentação e o bem-estar dos animais permanecem como prioridades. A flexibilização das regras visa facilitar a presença, desde que não haja latidos.
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