- Osaka está nas oitavas de Roland Garros pela primeira vez e encara Aryna Sabalenka, atual líder do ranking.
- A japonesa venceu a jovem Iva Jovic e afirmou estar grata por cada vitória, esperando seguir avançando.
- Disse estar muito mais calma e que chegou a Paris aceitando o processo de chegar mais longe, sem cobranças excessivas.
- Afirmou estar em boa forma, diferente de edições anteriores em que chegava a Paris com lesões que a atrapalhavam.
- ressaltou a confiança no próprio jogo diante de Sabalenka, citando que já venceram uma vez cada nesta temporada e que o treinador Tomasz Wiktorowski a ajudou a manter foco e agressividade, sem precisar vencer todos os pontos.
Paris (França) – Naomi Osaka encara as oitavas de Roland Garros pela primeira vez neste tipo de desafio. A japonesa enfrentará Aryna Sabalenka, líder do ranking, na luta por avançar à próxima fase.
A japonesa venceu a jovem norte-americana Iva Jovic e mostrou-se satisfeita com o momento. A atleta afirmou, de modo geral, sentir-se grata por cada vitória e esperar seguir avançando neste Grand Slam.
Osaka ressaltou estar bem mais calma em relação a anos anteriores, quando a pressão pela conquista era maior. Reconhece que ainda busca evolução, mas entende o torneio como um processo que pode ou não se confirmar.
A cabeça de chave 16 também comentou sobre o histórico de lesões que a acompanhou em participações anteriores. Diz que chegou a Paris com boa forma, diferente de edições anteriores em que chegava com dificuldades.
Desafio contra Sabalenka
A japonesa sabe que terá pela frente a bielorrussa Sabalenka, adversária com duas vitórias e duas derrotas na temporada contra ela, após derrotas em duelos anteriores. A terceira luta entre elas na temporada ocorre no contexto dos oitavos de final.
Osaka expressou confiança na estratégia de manter a consistência e a agressividade ao longo da partida. Enfatizou não se prender ao horário do jogo nem à sessão em que atuará, mantendo foco no objetivo de avançar.
Ela comentou ainda sobre as análises do treinador Tomasz Wiktorowski, que a orienta com dados táticos. Segundo a jogadora, uma estatística de Nadal em Roland Garros ajudou a moldar sua visão de jogo: não é necessário vencer todos os pontos, apenas lutar por cada bola.
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