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Svitolina critica falta de apoio da WTA à Ucrânia

Svitolina acusa a WTA de falta de apoio à Ucrânia, dizendo que a situação não é novidade e afeta o foco dela em Roland Garros

Elina Svitolina (Foto: Philippe Montigny / FFT)
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  • Elina Svitolina garantiu vaga na terceira rodada de Roland Garros ao derrotar Kaitlin Quevedo por 6/0 e 6/4.
  • Em entrevista após o jogo, a tenista criticou a WTA pela falta de posicionamento sobre a guerra na Ucrânia, citando a situação de Marta Kostyuk.
  • Ela relatou que a região onde vive a família ficou perto de um míssil russo, o que atrapalha o foco na carreira.
  • Svitolina disse querer usar a visibilidade no esporte para inspirar o país e apoiar a próxima geração após retornar à competição após a maternidade.
  • Na terceira rodada, ela enfrenta a alemã Tamara Korpatsch; comentou sobre a adaptação ao calor em Paris e a necessidade de ouvir o corpo após a gravidez.

Elina Svitolina assegurou vaga na terceira rodada de Roland Garros ao vencer Kaitlin Quevedo por 6/0 e 6/4, em Paris. A ucraniana de Odessa, sétima favorita, também destacou a boa fase no circuito após conquistar o WTA 1000 de Roma.

A tenista de 31 anos aproveitou a coletiva pós-jogo para cobrar posicionamento da WTA sobre a guerra na Ucrânia. Ela citou a colega Marta Kostyuk e afirmou que a situação de risco à família é recorrente desde há quatro anos.

Svitolina celebrou o momento de retomada após a maternidade, destacando a disciplina nos treinos e a motivação advinda do povo ucraniano. Ela afirmou que busca ser útil ao país e apoiar a próxima geração pelo esporte.

Apesar do calor em Paris, a atleta comentou a necessidade de adaptação às condições climáticas. Disse que, após a gravidez, o corpo exige cuidado maior e pausas estratégicas, com foco em entregar 100% nos momentos certos.

Além do desempenho técnico, a ucraniana ressaltou que o apoio recebido desde o retorno ao circuito tem sido fundamental. Ela lembrou a importância de manter o equilíbrio entre competição e vida pessoal.

Posicionamento da WTA e a guerra

Svitolina reiterou a cobrança por ações mais firmes da entidade diante do conflito. Ela citou dificuldades de manter o foco nos torneios diante da tensão que afeta sua família e outras atletas na região.

A adversária na terceira rodada será a alemã Tamara Korpatsch, duelo ainda sem histórico no circuito. A partida marca novo desafio para a Ukrainea, que busca seguir avançando no Grand Slam francês.

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