- Elina Svitolina garantiu vaga na terceira rodada de Roland Garros ao derrotar Kaitlin Quevedo por 6/0 e 6/4.
- Em entrevista após o jogo, a tenista criticou a WTA pela falta de posicionamento sobre a guerra na Ucrânia, citando a situação de Marta Kostyuk.
- Ela relatou que a região onde vive a família ficou perto de um míssil russo, o que atrapalha o foco na carreira.
- Svitolina disse querer usar a visibilidade no esporte para inspirar o país e apoiar a próxima geração após retornar à competição após a maternidade.
- Na terceira rodada, ela enfrenta a alemã Tamara Korpatsch; comentou sobre a adaptação ao calor em Paris e a necessidade de ouvir o corpo após a gravidez.
Elina Svitolina assegurou vaga na terceira rodada de Roland Garros ao vencer Kaitlin Quevedo por 6/0 e 6/4, em Paris. A ucraniana de Odessa, sétima favorita, também destacou a boa fase no circuito após conquistar o WTA 1000 de Roma.
A tenista de 31 anos aproveitou a coletiva pós-jogo para cobrar posicionamento da WTA sobre a guerra na Ucrânia. Ela citou a colega Marta Kostyuk e afirmou que a situação de risco à família é recorrente desde há quatro anos.
Svitolina celebrou o momento de retomada após a maternidade, destacando a disciplina nos treinos e a motivação advinda do povo ucraniano. Ela afirmou que busca ser útil ao país e apoiar a próxima geração pelo esporte.
Apesar do calor em Paris, a atleta comentou a necessidade de adaptação às condições climáticas. Disse que, após a gravidez, o corpo exige cuidado maior e pausas estratégicas, com foco em entregar 100% nos momentos certos.
Além do desempenho técnico, a ucraniana ressaltou que o apoio recebido desde o retorno ao circuito tem sido fundamental. Ela lembrou a importância de manter o equilíbrio entre competição e vida pessoal.
Posicionamento da WTA e a guerra
Svitolina reiterou a cobrança por ações mais firmes da entidade diante do conflito. Ela citou dificuldades de manter o foco nos torneios diante da tensão que afeta sua família e outras atletas na região.
A adversária na terceira rodada será a alemã Tamara Korpatsch, duelo ainda sem histórico no circuito. A partida marca novo desafio para a Ukrainea, que busca seguir avançando no Grand Slam francês.
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