- O tetracampeão mundial Rodrigo Minotauro, 49 anos, estreia no BandSports o programa Pra vencer tem que lutar, apresentado com Thiago Simpatia, exibido quinzenalmente a partir de 25 de maio.
- A proposta acompanha projetos de artes marciais em comunidades periféricas do Brasil, com disputas entre lutadores e a vitória garantindo a reforma da academia onde treinam.
- O prêmio inclui melhorias de infraestrutura, materiais e apoio a projetos sociais locais.
- A iniciativa faz parte do Instituto Irmãos Nogueira, criado por Minotauro ao lado do irmão Rogério Minotouro, para ampliar a estrutura e a divulgação de iniciativas sociais no esporte.
- Minotauro informou sobre a recuperação de duas cirurgias de artroplastia total de quadril bilateral e afirmou estar caminhando, treinando e com previsão de four meses para a total recuperação e alívio das dores.
Ao longo de sua carreira no MMA, Antônio Rodrigo Nogueira, o Minotauro, construiu uma das trajetórias mais marcantes do esporte no Brasil. Aos 49 anos, ele se aposentou das competições, mas segue ativo como referência e mentor fora dos octógonos.
A nova fase envolve ações sociais junto ao irmão Rogério Minotouro, por meio do instituto que leva o nome da família. Minotauro aposta em projetos que transformem comunidades com o ensino de artes marciais e disciplina, indo além das lutas.
No entanto, a atuação pública ganhou um formato próprio neste ano. No BandSports, ele estreou o programa Pra vencer tem que lutar, apresentado com Thiago Simpatia. A atração é quinzenal e mistura esporte, entretenimento e transformação social.
Pra vencer tem que lutar: como funciona e objetivos
O formato acompanha projetos de artes marciais em comunidades periféricas do Brasil. Em cada episódio, lutadores representam seus locais de origem em disputas, e o vencedor financia a reforma da academia onde treina. O prêmio contempla melhorias de infraestrutura e apoio a projetos sociais locais.
Minotauro ressalta que a ideia é dar visibilidade a iniciativas que promovem disciplina, educação e oportunidades. O projeto nasceu após a experiência de apoiar atletas desde o início da carreira, com a crença de que muitos talentos surgem em comunidades carentes.
Impulso aos talentos sociais do esporte
A iniciativa está alinhada ao trabalho contínuo do Instituto Irmãos Nogueira, criado pelos irmãos. A meta é ampliar o acesso a estruturas de treino, equipamentos e metodologias de ensino, promovendo o esporte como ferramenta de transformação social.
Minotauro lembra que campeões brasileiros de artes marciais vieram de projetos sociais. Citou exemplos de atletas descobertos em comunidades que, com apoio, chegaram a estágios profissionais de alto nível. Hoje, o projeto se estende a diversas regiões do país.
Vida pós-aposentadoria e planos
Após deixar os octógonos, Minotauro divide seu tempo entre apresentação no UFC, palestras corporativas e ações do Instituto. Ele aponta que o esporte pode educar, disciplinar e incentivar hábitos saudáveis em crianças durante o contraturno escolar.
O atleta enfatiza a importância de fortalecer a presença digital, destacando a publicação de conteúdos de qualidade para ampliar a visibilidade dos projetos sociais.
Cirurgias e recuperação
Recentemente, Minotauro passou por duas cirurgias de alto grau de complexidade para implantar próteses no quadril, procedimento conhecido como artroplastia bilateral. O objetivo foi devolver mobilidade e qualidade de vida, ante desgastes causados pela prática esportiva de alto rendimento.
O lutador explica que realizou a cirurgia após planejar com bons médicos e realizar fisioterapia preparatória por quase um ano. A recuperação é lenta, mas ele já está caminhando e mantendo treino físico, com expectativa de ficar sem dores em quatro meses.
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