- Iga Swiatek, após vaga na terceira rodada de Roland Garros, falou sobre diferenças entre os circuitos feminino e masculino, destacando o equilíbrio da WTA.
- A polonesa afirmou que esse equilíbrio torna o torneio mais aberto e atrativo, com várias candidatas ao título em Paris, em acordo com Elina Svitolina.
- Comentou que, desde a aposentadoria de Ashleigh Barty, existem várias jogadoras capazes de vencer, o que reforça a imprevisibilidade positiva da WTA.
- Sobre o circuito masculino, lamentou a lesão de Carlos Alcaraz, destacou Jannik Sinner e afirmou que o sexo masculino está um pouco mais previsível.
- No duelo contra Sara Bejlek, disse ter se adaptado ao ritmo imprevisível da adversária, elogiando a paciência e a tomada de decisões; agora enfrenta Magda Linette, com histórico de 1 a 1 entre elas.
Em Paris, na sequência de garantir vaga na terceira rodada de Roland Garros, Iga Swiatek analisou o cenário atual entre os circuitos feminino e masculino, destacando diferenças de previsibilidade e evolução do jogo. A entrevista aconteceu após a vitória sobre a tcheca Sara Bejlek.
A tetracampeã elogiou o equilíbrio do circuito feminino, que, segundo ela, torna o torneio mais aberto e com várias candidatas ao título em Paris. Swiatek também apoiou a visão da tenista Elina Svitolina sobre as chances repartidas entre as favoritas.
Ela lembrou que o retorno de Ashleigh Barty sugeriu, no passado, a ausência de uma dominante. Hoje, segundo a número 3 do ranking, há várias jogadoras com potencial para vencer em diferentes eventos.
Swiatek elogiou o momento positivo da WTA, afirmando que o circuito gera partidas mais empolgantes e campeãs diferentes ao longo da temporada. Ao mesmo tempo, destacou consistência entre as principais jogadoras.
Sobre a ATP, a polonesa comentou a lesão de Carlos Alcaraz. Ela citou Jannik Sinner como exemplo de atuação, mas apontou que o torneio masculino está mais previsível, com os dois atletas dominando boa parte dos títulos.
No confronto com Bejlek, a cabeça de chave 3 explicou que precisou se adaptar ao ritmo da adversária, que tem estilo único. Ela disse ter mantido o foco, paciência e tomado decisões estratégicas ao longo do jogo.
Swiatek, que encara Magda Linette na próxima rodada, ressaltou a importância de ajustar o ritmo conforme o oponente. A vitória sobre Bejlek teve histórico de empates entre as duas, cada uma com um triunfo.
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