- Hamilton confirmou que vai manter a estratégia de dispensar o simulador da Ferrari na preparação para próximas corridas, após o segundo lugar no GP do Canadá.
- Ele disse que a correlação entre o simulador e a pista real estava irregular, o que tornava os ajustes virtuais pouco eficazes na prática.
- A proposta atual é correr primeiro e depois usar o simulador, para entender os problemas da ferramenta com o feedback do piloto de verdade.
- O piloto afirmou que provavelmente não vai usar o simulador antes de uma próxima corrida, defendendo que dirigindo o carro ele consegue entender o que falta e melhorar.
- Com o resultado no Canadá, Hamilton chega a 72 pontos na temporada de 2026, em quarto lugar, atrás de Charles Leclerc, que tem 75; China também foi citada como outra prova sem uso do simulador pelo britânico.
Lewis Hamilton manterá a estratégia de dispensar o simulador da Ferrari na preparação para as corridas, após o 2º lugar no GP do Canadá. A decisão acompanha o pódio em Montreal e a avaliação de que os ajustes virtuais não condiziam com a condução real. Por quê: a correlação entre treino virtual e pista real parecia irregular.
O britânico vê vantagens em testar o carro na pista primeiro e, depois, usar o simulador para entender falhas. Segundo ele, apenas o piloto de teste pode não captar todas as sensações do carro de verdade, o que reforça a necessidade de comparação entre reais e virtuais.
Hamilton afirmou que, mesmo reconhecendo o potencial do simulador, não deve utilizá-lo antes de futuras corridas. A ideia é direcionar o uso como ferramenta de diagnóstico, após a atuação em pista, para entender o que falta melhorar no carro.
Mudança de estratégia
O piloto de 41 anos ressaltou que há benefícios em retornar ao simulador para cruzar dados com o fim de semana de corrida. Ele citou o caráter de complemento, não como substituto da pilotagem em pista.
Hamilton destacou que, no momento, não planeja usar o simulador como preparação pré-corrida, mantendo o foco em dirigir o carro na pista. Ele reforçou a ideia de que a experiência direta continua sendo central para o desenvolvimento.
No GP do Canadá, Hamilton somou 72 pontos na temporada 2026, alcançando a quarta posição no campeonato, atrás de Charles Leclerc, com 75. A temporada teve a China como outro pódio recente para o britânico, sem uso frequente do simulador.
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