- Cole Palmer, do Chelsea, e Phil Foden, do Manchester City, ficaram de fora da seleção inglesa para a Copa do Mundo 2026.
- A decisão foi anunciada pelo técnico Thomas Tuchel, que afirmou manter a base já usada nas datas Fifa do fim de 2025.
- A Associação de Jogadores Profissionais da Inglaterra (PFA), liderada por Maheta Molango, criticou o calendário carregado de jogos, dizendo que a fadiga soma se tornou problema importante para os dois atletas.
- Molango destacou que Foden teve menos minutos de jogo e que Palmer tem atuado sem folgas, sugerindo que o calendário maluco favorece o lucro em detrimento do bem-estar dos jogadores.
Os meias-atacantes Cole Palmer, do Chelsea, e Phil Foden, do Manchester City, não foram convocados para a Copa do Mundo de 2026 pela Inglaterra, sob alegação de sobrecarga de jogos. A crítica vem da Associação de Jogadores Profissionais da Inglaterra (PFA), liderada por Maheta Molango.
Molango aponta que o calendário atual gera fadiga cumulativa e prejudica o desempenho de jogadores jovens. Segundo o dirigente, a evolução do formato de jogos tem prejudicado a recuperação entre competições, impactando escolhas da seleção.
A lista de 26 convocados para o treinador Thomas Tuchel foi anunciada na sexta-feira anterior. O técnico manteve a base usada nas datas Fifa do final de 2024 e início de 2025, justificada pela continuidade de desempenho já demonstrado.
Palmer disputou 57 jogos na temporada passada, entre Chelsea e seleção inglesa, destacando-se na Copa do Mundo de Clubes de 2025. Na atual temporada, soma 36 partidas. Foden atuou em 53 jogos na temporada anterior e em 54 na que está prestes a se encerrar, entre clube e seleção.
A Inglaterra integra o Grupo L da Copa, com Croácia, Gana e Panamá. A estreia ocorre em 17 de junho, em Dallas, contra a Croácia; o segundo jogo é em 23 de junho, contra Gana, em Boston; e o terceiro, no dia 27, diante do Panamá, em Nova Jersey.
O posicionamento da PFA reforça a percepção de que a agenda de jogos tem prioridade sobre o descanso e a performance de atletas. Técnicos e clubes argumentam que manter a base ajuda na consistência competitiva ao longo da Copa. Próximos desdobramentos ainda não foram anunciados pela associação.
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