- Roger Machado, ex-técnico do São Paulo, foi consultado pela Chapecoense para a sequência da temporada, mas o acordo não avançou.
- O treinador deixa claro que o objetivo é internacionalizar a carreira e buscar projetos fora do Brasil.
- Seu currículo inclui passagens por Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras, Bahia, Fluminense, Juventude, Internacional e São Paulo, com o título invicto do Campeonato Gaúcho de 2025 pelo Internacional.
- No Beira-Rio, ele emplacou duas séries de 16 jogos sem derrota, igualando a maior invencibilidade do clube no Brasileirão em 45 anos.
- Único técnico da década a vencer Gre-Nal, acumula títulos estaduais pelo Atlético-MG (2017) e pelo Bahia (2019 e 2020); aguarda propostas para atuar fora do Brasil.
Roger Machado, ex-treinador do São Paulo, está disponível no mercado e já mexe nos bastidores do futebol. A Chapecoense sondou o técnico para assumir o time na sequência da temporada, mas o contato não evoluiu. O destaque fica pela prioridade do treinador: internacionalizar a carreira.
O técnico gaúcho tem passagem por grandes clubes, como Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras, Bahia, Fluminense, Juventude, Internacional e, recentemente, São Paulo. Entre os feitos, está o título invicto do Campeonato Gaúcho de 2025 pelo Internacional, encerrando um jejum de oito anos do clube.
Durante a passagem pelo Beira-Rio, Roger somou ainda duas sequências de 16 jogos sem derrota, marca que manteve o Colorado entre os invictos no Brasileirão por 45 anos. O currículo também inclui o título estadual com Atlético-MG e o bicampeonato baiano pelo Bahia.
Rumos fora do Brasil
Agora, o treinador aguarda propostas que permitam levar seu estilo de jogo para fora do futebol brasileiro. Ele considera que a evolução tática e de gestão pode se beneficiar de experiências internacionais, além de buscar alinhamento de idioma com a prática profissional.
A ideia é encontrar oportunidades que contribuam para o amadurecimento da carreira, mantendo o foco em projetos que valorizem a performance coletiva e a gestão de equipes de alto nível. Roger busca, principalmente, posições que ofereçam desafios estratégicos fora do Brasil.
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