- Eliott, 13 anos, foi selecionado para pegar bolas na edição deste ano de Roland Garros, após treinamento com mais de seis mil jovens.
- O jovem vive com deficiência auditiva, mas sonha em se tornar tenista profissional.
- A seleção foi divulgada pela France TV, e o pai Christophe sustenta o apoio ao sonho do filho.
- O treinador Léo Mazet aponta que o torneio dura três semanas e exige grande resistência e foco dos pegadores de bola.
- O pai celebra a participação do filho e diz que Eliott já demonstra concentração e antecipação em quadra, mesmo sem ouvir os anúncios do árbitro.
Roland Garros segue apresentando histórias de superação no tênis. Eliott, 13 anos, foi escolhido para ser pegador de bolas na edição deste ano, após um treinamento que reuniu mais de seis mil adolescentes. A competição ocorre em Paris, na França.
O jovem vive com deficiência auditiva, mas não deixa que isso o impeça de sonhar com o circuito profissional. Em entrevista à France TV, ele revelou a vontade de competir no futuro e reforçou o apoio do pai, Christophe, para seguir no esporte.
‘Ontem à noite voltamos por volta das 21h30, foi cansativo, a partida foi longa’, contou Eliott. O treinamento dos pegadores é conduzido por Léo Mazet, que destacou o desafio de um Grand Slam de três semanas com jogos intensos.
Mazet explicou que o papel exige foco, pois as rotações são constantes e o torneio é intenso. O treinador ressaltou que Eliott não fica para trás por não ouvir os anúncios, mantendo rapidez e antecipação.
O pai de Eliott expressou orgulho com a seleção para Roland Garros. ‘É uma oportunidade enorme ver meu filho pegando as bolas’, afirmou Christophe. Ele disse que estará ao lado do filho até o fim, apoiando o sonho de profissionalização.
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