- Elina Svitolina venceu Anna Bondar por 2 sets a 1 na estreia de Roland Garros, com parciais de 3/6, 6/1 e 7/6(10-3), em 2h28 de partida.
- Na segunda rodada, a ucraniana encara Kaitlin Quevedo, espanhola que saiu do quali, em duelo inédito pelo circuito, com dois tiebreaks vencidos por Quevedo, em 2h05.
- Svitolina disse não se considerar favoritas ao título, apontando que pelo menos cinco jogadoras têm mais chances de vencer o torneio.
- A atleta chega embalada pelo título do WTA 1000 de Roma, seu terceiro título no Foro Itálico.
- Ela comentou sobre o impacto emocional da guerra na Ucrânia e a dificuldade de manter o foco com fatores externos interferindo.
Elina Svitolina venceu Anna Bondar por 2 sets a 1 na estreia de Roland Garros, em Paris. A partida durou 2h28, com parciais de 3/6, 6/1 e 7/6(10-3). A ucraniana salvou o confronto após sofrer na primeira parcial.
Aos 31 anos, Svitolina destacou a dificuldade do duelo, afirmando que foi uma das partidas mais duras da carreira recente. Ela lembrou que o calor e as condições desfavoráveis influenciaram o rendimento, mesmo após superar Madri.
A tenista confirmou estar em boa forma e admitiu não se considerar entre as favoritas. O título de Roma, conquistado recentemente, serve como referência de evolução, mas ela prefere foco em cada duelo.
Próximo adversário e contexto da luta pela elite
Svitolina encara Kaitlin Quevedo, espanhola que veio do quali e venceu Leolia Jeanjean em dois tiebreaks, em duelo inédito no circuito. O confronto acontece ainda em Paris, valendo vaga na terceira rodada.
Quevedo levou dois tiebreaks para fechar o jogo de segunda rodada, com parciais de 7/6 (7-5) e 7/6 (7-2), após 2h05 de jogo. A estadounidense de origem cruzou a chave após passagem pelo quali.
A ucraniana destacou que o mineiro ritmo de quem não tem nada a perder pode trazer dificuldades adicionais na soma de jogos. Ela reafirmou a ideia de manter o foco jogo a jogo, sem antecipar o caminho até as fases finais.
Em paralelo, Svitolina reforçou a importância de manter a concentração diante das pressões do circuito. Ela citou as circunstâncias externas causadas pelo conflito na Ucrânia como fator que exige resiliência constante.
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