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Raducanu sabia que seria difícil, mas queria jogar Roland Garros

Eliminada na estreia de Roland Garros, Raducanu retorna após lesões e doença viral, reconhece a dificuldade e mira evolução contínua

Emma Raducanu (Foto: Michel Grasso/Internationaux de Strasbourg)
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  • Emma Raducanu foi eliminada na estreia de Roland Garros, ao perder para Solana Sierra por 6/0 e 7/6 (7-4) em Paris.
  • A britânica, atualmente em 39º no ranking, ficou quase toda a temporada de saibro sem competir por causa de uma doença viral e retornou apenas na semana passada, em Estrasburgo.
  • Em 2023 ela passou por cirurgias nos punhos e no tornozelo; no fim de 2024 sofreu lesão no pé esquerdo, além de problemas nas costas no ano anterior.
  • Raducanu retomou a parceria com o treinador Andrew Richardson e disse ter ciente de que jogar em Paris seria muito desafiador, mas quis disputar o torneio.
  • A jogadora afirmou que enfrentar momentos difíceis faz parte do processo de evolução e comentou sobre a dificuldade de adaptação às condições rápidas de Paris, com pouca rodagem recente.

Emma Raducanu foi eliminada na estreia de Roland Garros, em Paris, após derrota para Solana Sierra por 6/0 e 7/6 (7-4). A britânica, de 23 anos, voltou ao circuito na semana passada, vindo de quase toda a temporada de saibro sem jogos devido a uma doença viral.

A atual 39ª do ranking vinha enfrentando impactos de lesões e mudanças de equipe, com históricos de cirurgias no punho, tornozelo e uma sequência de problemas físicos recentes. Em 2023 teve problemas nas costas e encerrou a temporada prematuramente por doença.

Raducanu reconheceu o desafio de retornar a Paris após longo afastamento, destacando a decisão de jogar no torneio. Ela retomou recentemente o trabalho com o técnico Andrew Richardson, com quem teve o título do US Open em 2021. A jogadora admitiu que a preparação foi insuficiente para o ritmo exigido pelo saibro francês.

A britânica comentou sobre a adaptação às condições de Paris, que considerou rápidas e instáveis, o que dificultou a confiança nos golpes. Diante disso, afirmou ter chegado a Roland Garros com pouca rodagem e pouca confiança, apontando o que considera parte do processo de evolução.

Raducanu avaliou ainda a experiência como necessária para o desenvolvimento, enfatizando que enfrentar momentos difíceis é parte do caminho para evoluir. Ela ressaltou que, apesar das dificuldades, seguirá treinando para buscar melhor desempenho nas próximas competições.

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