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Roland Garros é o Slam mais rico para o tênis brasileiro

Roland Garros é o Slam mais vitorioso para o tênis brasileiro, com oito títulos em quatro categorias e várias finais, evidenciando marco histórico do país

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  • O Roland Garros é o Slam mais rico para o tênis brasileiro, com oito títulos de campeão em Paris em quatro categorias diferentes.
  • Títulos listados: simples masculino com Gustavo Kuerten (1997, 2000, 2001); duplas femininas com Maria Esther Bueno (1960); dupla masculina com Marcelo Melo (2015); duplas mistas com Maria Esther Bueno (1960) e Thomaz Koch (1975); e duplas juvenis com Kuerten (1994).
  • Brasileiros chegaram a finais em Paris em oito ocasiões, em seis chaves diferentes, o que não ocorreu em nenhum outro Slam; nomes incluem Maria Esther Bueno, Marcelo Melo, Guilherme Clezar, Bia Haddad Maia e outros.
  • Destaques recentes: Beatriz Haddad Maia chegou à penúltima rodada em 2023; Teliana Pereira ingressou na chave principal em 2014; Patrícia Medrado foi a melhor campanha anterior entre as mulheres na Era Profissional (oitos turnos em 1978).
  • No século vinte e um, a participação masculina caiu após o tricampeonato de Guga, com as melhores campanhas fora dele sendo quartas de Guga em 2004 e aparições de Saretta e Bellucci nas oitavas.

Roland Garros permanece como o Slam mais produtivo para o tênis brasileiro na Era Profissional, superando o alcance de Wimbledon para muitos atletas nacionais. O Brasil soma oito títulos em Paris, em cinco modalidades diferentes, destacando conquistas históricas de Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno.

Entre os títulos principais, o Brasil venceu em simples masculino com Kuerten (1997, 2000, 2001). Em duplas femininas, Maria Esther Bueno levou o troféu em 1960 ao lado de Darlene Hard. Em duplas masculinas, Marcelo Melo triunfou em 2015 com Ivan Dodig. Nas duplas mistas, Bueno aparece duas vezes: 1960 com Bob Howe e 1975 com Thomaz Koch. Na categoria juvenil, Guga foi campeão em 1994 ao lado de Nicolás Lapentti.

Ao longo de várias décadas, brasileiros alcançaram finais em Roland Garros em oito oportunidades, em seis categorias distintas, um recorde de participação no Slam francês. Entre os destaques, Maria Esther Bueno foi vice no simples em 1964 e na dupla mista em 1961; outros representantes chegaram perto em duplas mistas e juvenis, além de finais no feminino (1982, 2009) e masculino (2009, 2012-2013 no juvenil).

Títulos

  • Simples masculino – Gustavo Kuerten (1997, 2000, 2001)
  • Duplas feminino – Maria Esther Bueno (1960), com Darlene Hard
  • Dupla masculino – Marcelo Melo (2015), com Ivan Dodig
  • Duplas mistas – Thomaz Koch (1975), com Fiorella Bonicelli
  • Duplas mistas – Maria Esther Bueno (1960), com Bob Howe
  • Duplas juvenil masculino – Gustavo Kuerten (1994), com Nicolás Lapentti
  • Cadeirantes Simples juvenil – Vitória Miranda (2025)
  • Cadeirantes Duplas juvenil – Vitória Miranda (2025)

Finais

  • Simples feminino – Maria Esther Bueno (1964)
  • Duplas feminino – Maria Esther Bueno (1961)
  • Duplas mista – Cláudia Monteiro/Cássio Motta (1982)
  • Duplas mista – Jaime Oncins (2001)
  • Duplas mista – Marcelo Melo (2009)
  • Juvenil masculino – Edison Mandarino (1959), Thomaz Koch (1962, 1963) e Luis Felipe Tavares (1967)
  • Duplas juvenil masculino – Guilherme Clezar (2009) e Orlando Luz (2016)
  • Duplas juvenil masculino – Natan Rodrigues/Bruno Oliveira (2020)
  • Duplas juvenil feminino – Beatriz Haddad Maia (2012, 2013)

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