- Dória teve falhas decisivas em dois jogos seguidos pelo São Paulo: derrota para o Fluminense pelo Brasileirão e empate com o Millonarios pela Sul-Americana.
- Dois dias após os resultados, o zagueiro anunciou à diretoria que não seguiria no clube, citando ameaças que ele e sua família vêm recebendo de torcedores.
- O texto afirma que Dória errou, mas não deliberadamente para prejudicar o clube, defendendo que houve falhas sem intenção de sabotagem.
- O artigo sustenta que há responsabilidade de dirigentes e de outras figuras no São Paulo, sugerindo que a gatunagem interna contribui para problemas no clube.
- A reportagem conclui que Dória seria consequência desse cenário de conflitos internos e de gestão, não apenas por seu retorno ao Morumbi.
Dória deixou o São Paulo após duas derrotas em sequência. O zagueiro falhou nos jogos contra Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, e contra Millonarios, pela Copa Sul-Americana. Dois dias depois, comunicou à diretoria que não desejava permanecer no clube.
A saída ocorreu em meio a ameaças que ele e sua família receberam nos últimos dias, atribuídas a torcedores. A gravidade das intimidações foi destacada pelo próprio jogador ao anunciar a decisão.
Dentro do São Paulo, há críticas a gestões anteriores associadas a fatores estruturais que, segundo fontes da imprensa, contribuíram para dificuldades do clube. Dória, que não agradou a parte da torcida, é apresentado por alguns como parte de um quadro maior de desafios no elenco e na gestão.
Segundo apuração, a resistência interna envolve disputas por poder no Morumbi e questionamentos sobre transparência financeira. A presença de desfalques e a trajetória recente do time alimentam o debate entre dirigentes, atletas e torcedores.
Dória afirmou que não houve intenção de prejudicar o clube com seu desempenho. Em contrapartida, o episódio gerou cobranças de setores da torcida e a necessidade de reforçar o equilíbrio entre resultados esportivos e condições administrativas do clube.
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