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Swiatek chega confiante a Paris e cobra mais dos dirigentes

Swiatek chega confiante a Paris e cobra maior abertura dos dirigentes de Roland Garros, limitando entrevistas a quinze minutos como forma de protesto

Iga Swiatek (Foto: Amélie Laurin/FFT)
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  • Swiatek chega a Paris como tetracampeã de Roland Garros, buscando manter o domínio no saibro após chegar às semifinais em Roma e com o apoio do técnico Francisco Roig.
  • A polonesa afirma que a campanha em Roma elevou a confiança e que cada torneio é uma história diferente, sem comparar com a temporada passada.
  • Ela alerta que as condições em Paris são diferentes, especialmente pelo calor, e que será preciso lutar por cada jogo em um torneio mais exigente.
  • Swiatek confirmou que, ao lado de Sabalenka, restringiu o tempo de entrevista a quinze minutos como forma de protesto dirigido aos dirigentes dos torneios, não aos jornalistas, cobrando mais diálogo sobre premiações.
  • Sobre a desistência em Dubai, disse que os atletas têm o direito de definir o calendário e lembrou que não há pontos no ranking pela semana em que não disputaram.

Paris recebe Iga Swiatek em ritmo de recuperação e pressão aos dirigentes

A tetracampeã de Roland Garros, Iga Swiatek, chega a Paris confiante após chegar às semifinais em Roma. A polonesa, atual nº 3 do mundo, busca recuperar o domínio no saibro na capital francesa após a decepção da edição anterior.

A boa atuação em Roma trouxe renovação à preparação para Paris, segundo a atleta. Ela destaca energia mais positiva e jogos sólidos para o torneio.

Swiatek reforça que não faz comparações com a temporada passada e admite que cada edição é uma história diferente. Mesmo com a confiança, reconhece o desafio das condições de Paris, especialmente no calor.

Cobranças à direção de Roland Garros

A líder do ranking ressalta que o protesto contra as premiações envolve principalmente dirigentes dos torneios, não jornalistas. Ela adotou o limite de 15 minutos para entrevistas, símbolo de uma fatia da receita destinada aos jogadores.

A jogadora afirma que a posição não é contra a imprensa, mas sim uma cobrança para ampliar o diálogo entre atletas e organizadores. O objetivo é tornar o circuito mais aberto a negociações que interessem a atletas de diferentes ranking.

Swiatek aponta que as medidas podem evoluir e, se necessário, incluir ações adicionais. Ainda assim, afirma que qualquer decisão dependerá de um acordo coletivo entre os jogadores e das respostas dos torneios.

Desistência em Dubai é tema de discussão

No início da temporada, Swiatek e Aryna Sabalenka enfrentaram críticas após desistirem do Dubai Duty Free Open. A dupla foi questionada sobre punições futuras, mas a polonesa reivindica o direito de definir seu calendário.

Ela lembra que desistir acarreta consequências esportivas, como a perda de pontos na classificação. Segundo Swiatek, não há desculpas para pânico: os atletas protegem a integridade física e a programação que julgam adequada.

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