- Guardiola fará seu último jogo pelo Manchester City neste domingo, às 12h, contra o Aston Villa.
- Em dez anos no clube, acumulou vinte títulos e ajudou a elevar o City a um novo patamar.
- Arrependimento do treinador: não ter dado a Joe Hart a chance de ficar e provar seu valor.
- Hart foi titular da Inglaterra no City por seis temporadas; após a chegada de Guardiola jogou apenas uma vez e foi para o Torino.
- O espanhol avaliou que, naquela época, poderia ter mantido Hart em conjunto com Bravo e Ederson, mas reconhece ter tomado decisões nem sempre justas.
Pep Guardiola fará neste domingo o seu último jogo pelo Manchester City, diante do Aston Villa, pela última rodada da Premier League. A despedida encerra uma passagem de uma década no clube, marcada por conquistas expressivas e pela transformação do City no cenário doméstico e europeu.
No total, o treinador espanhol ficou 10 anos no City e levou o clube a 20 títulos, consolidando um novo patamar de atuação. O período inclui avanços em competições nacionais e uma presença constante na luta por taças de expressão.
Entre os aspectos mais comentados da gestão, há um episódio envolvendo o goleiro Joe Hart. Hart foi o dono da posição por seis temporadas na primeira passagem de Guardiola pela equipe, mas teve redução de espaço após a chegada do técnico. Hart deixou o City ao fim do período de 2016, passando pelo Torino, e, mais tarde, por outras equipes, sem retornar à titularidade.
A decisão de buscar reforços para a meta levou a Paulo Bravo, no Barcelona, a tentar suprir a posição com um jogador que pudesse atuar com os pés. Posteriormente, Ederson foi contratado e se estabeleceu como titular, pavimentando o caminho para o estilo de jogo forte com a saída de Hart. Em retrospecto, Guardiola reconhece que poderia ter dado mais oportunidades ao inglês, adotando uma abordagem mais aberta a diferentes perfiles de goleiro.
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