- Lois Boisson, semifinalista de 2025, chega a Roland Garros com resultados recentes pouco expressivos.
- Após vencer título em Hamburgo, ela ficou sete meses afastada por lesão mal diagnosticada e por conflitos com a Federação Francesa de Tênis (FFT).
- A francesa afirma estar 100% fisicamente e pronta para o saibro parisiense, citando recuperar o ritmo com partidas em Estrasburgo.
- Na estreia, Boisson enfrenta a russa Anna Kalinskaya.
- No quali feminino de Roland Garros 2026, 14 tenistas franceses disputaram, e nenhuma se classificou; Harmony Tan foi a única a chegar à terceira rodada, perdendo para Linda Fruhvirtova, enquanto Boisson e Elsa Jacquemot entraram pelo ranking.
Lois Boisson tenta reconquistar o saibro parisiense após uma temporada marcada por altos e baixos. Semifinalista em 2025, a francesa chegou a Roland Garros 2026 com resultados discretos, mas mantém a confiança de que pode brilhar novamente no torneio.
A trajetória recente inclui a conquista de um título histórico em Hamburgo, seguida por sete meses sem grande destaque. Uma lesão mal diagnosticada e um desgaste com a Federação Francesa de Tênis contribuíram para o período de afastamento.
Boisson afirmou estar em boa forma física: chegou a 100% e celebra a melhoria. Na França, a jogadora de 23 anos ficou parada na segunda rodada em Estrasburgo, após perder para a cabeça de chave 1 Victoria Mboko. Ela estreia nesta semana contra a russa Anna Kalinskaya.
Francesas decepcionam no quali
O quali de Roland Garros 2026 para as tenistas da casa começou com 14 candidatas, mas nenhuma avançou além da terceira rodada. Harmony Tan, única a alcançar esse estágio, caiu diante de Linda Fruhvirtova, com parciais de 6/3 e 7/6 (7-4).
Francesas no entanto seguem sem boa fase no circuito. Seis das oito jogadoras convidadas precisaram de convite, com Boisson (50ª) e Elsa Jacquemot (63ª) sendo as únicas classificadas pelo ranking. Boisson retorna à chave pelo desempenho recente.
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