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Fluminense repete falha mental e perde voto de confiança da torcida

Fluminense mantém esperança na Libertadores, mas mostra descontrole emocional e ineficiência ofensiva, após vaias no Maracanã

Maracanã lotado em Fluminense x Bolívar (Foto: Marina Garcia/ Fluminense FC)
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  • Fluminense venceu por 2 a 1 o Bolívar no Maracanã e continua vivo na Libertadores, mas precisa vencer por três gols na última rodada para depender apenas de si.
  • Mais de 60 mil torcedores criou ambiente de final e deu voto de confiança ao elenco, que foi vaiado no final do jogo.
  • O time analisou como ofensivo, com volume, mas foi ineficiente: 24 finalizações, 8 chutes no gol e 2,2 de gols esperados, com quatro grandes chances desperdiçadas.
  • A partida teve a saída de John Kennedy logo após o segundo gol, substituído por Germán Cano, mudança que gerou debate sobre o momento do time.
  • O próximo jogo do Fluminense é contra o Mirassol, no sábado, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro.

O Fluminense foi vaiado no Maracanã após empatar em 2 a 1 com o Bolívar, pela Libertadores, em jogo disputado na terça-feira. A derrota parcial de 1 a 0 no placar agregado não foi suficiente para confirmar a classificação, que depende de outros resultados na última rodada.

O time abriu o placar com Lucho Acosta ainda no início, manteve o domínio e criou várias chances. Contudo, faltou controle emocional após o gol, e o elenco acabou desperdiçando oportunidades, mantendo o Chile do Bolívar vivo na disputa. O voto de confiança da torcida não se traduziu em eficiência.

O Flu terminou a partida com 74% de posse, 24 finalizações e apenas 8 chutes no gol. O desempenho ofensivo ficou aquém da necessidade de vencer por três gols para depender apenas de si na última rodada. O goleiro Carlos Lampe foi o principal responsável por manter o resultado favorável aos visitantes.

A resposta emocional da equipe chamou atenção. Henrique Hércules foi mostrado como exemplo de instabilidade, alternando boas jogadas com hesitações que comprometeram a fluidez ofensiva. No fim do primeiro tempo, as vaias já ecoavam no estádio, repetindo um padrão de cobranças recentes.

A saída de John Kennedy, autor do gol que garantiu o empate parcial, gerou repercussão. O atacante, artilheiro do time, foi substituído por Germán Cano ainda no segundo tempo, o que provocou discussão sobre leitura de jogo e gestão emocional em momentos decisivos.

O técnico e a diretoria defenderam a estratégia de manter jogadores mais descansados para as próximas partidas, mas a saída de Kennedy foi recebida com pesar por parte da torcida. Maxi Cuberas explicou que as alterações buscaram manter o time ativo e com foco ofensivo até o fim.

Desempenho e lições para o Flu

A equipe mostrou volume ofensivo, mas pouco aproveitou as oportunidades criadas. O total de grandes chances criadas foi de quatro, com uma eficiência ainda abaixo do esperado para uma decisão em casa. A defesa permitiu avanços do Bolívar em momentos importantes, abrindo espaço para o empate.

A performance de Lampe foi determinante na derrota parcial do Flu, que precisará vencer o Deportivo La Guaira na última rodada e torcer por tropeço do Bolívar para avançar com mais tranquilidade. O cenário permanece dependente de resultados externos.

Próximo compromisso

Agora, o Fluminense atua contra o Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro, fora de casa, no sábado. A equipe busca resposta rápida para retomar a confiança e equilibrar desempenho ofensivo e controle emocional em jogos de alto peso competitivo.

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