- Romário ameaçou não jogar a Copa do Mundo de 1994 após o sequestro do pai, no Rio de Janeiro.
- O caso mobilizou policiais e traficantes e chocou o Brasil às vésperas do tetra.
- O atacante atuou para tentar liberar o pai, segundo relatos da época.
- Hoje, Romário tem 60 anos e a lembrança está associada ao episódio que cercou o Mundial de 1994.
- O sequestro ficou marcado como um episódio de pressão e segurança envolvendo a seleção.
Romário, então astro da seleção brasileira, esteve envolvido em uma crise que quase tirou o craque da Copa do Mundo de 1994. O jogador afirmou, às vésperas do torneio, que poderia não viajar para os Estados Unidos caso o pai não fosse liberado após ter sido sequestrado no Rio de Janeiro. A pressão envolveu tanto autoridades quanto elementos do crime, em um episódio que chocou o Brasil.
O sequestro ocorreu na capital fluminense e ganhou contornos de ação midiática na época. A hipótese de participação direta de Romário, mesmo que apenas como pressão, mobilizou equipes policiais e grupos ligados ao crime na tentativa de localizar o pai do jogador e assegurar a liberação dele.
A crise ocorreu antes da campanha que resultaria no tetracampeonato, em 1994. Romário ficou sob os holofotes por declarar publicamente que poderia abrir mão da Copa caso o sequestro não fosse resolvido de forma rápida. A repercussão nacional manteve o tema em pauta durante as semanas que antecederam o torneio.
Contexto e desdobramentos da situação permaneceram sob apuração de fontes da época. O episódio é lembrado como um momento em que a pressão externa, envolvendo atores diversos, interagiu com a expectativa de uma equipe que buscava confirmar o título mundial.
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