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Fluminense busca feito inédito para superar ofensivo e seguir na Libertadores

Fluminense busca feito inédito contra o Bolívar para seguir vivo na Libertadores, diante de ofensiva dominante que não converte em gols

Jogadores do Fluminense comemoram gol contra o Operário (Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense FC)
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  • Fluminense encara o Bolívar no Maracanã, nesta terça-feira, pela Libertadores, em busca de uma vitória para seguir vivo na competição.
  • Em 2026, fora do estadual, são 31 gols em 22 jogos (média de 1,4 por partida), 51 grandes chances criadas, mas 29 chances desperdiçadas (56,9%).
  • A equipe soma 1,31 de xG por jogo e registra alta de finalizações, com cerca de 15 finalizações por jogo e quase seis no gol.
  • John Kennedy vive momento produtivo, com nove gols em 21 jogos no ano (excluindo o Carioca), sendo a principal referência ofensiva; Rodrigo Castillo tem três gols.
  • O Tricolor precisa converter volume em gols: não basta controlar o jogo, é necessário transformar superioridade em placar expressivo contra o Bolívar.

O Fluminense encara o Bolívar nesta terça-feira, 19, no Maracanã, pela Libertadores, buscando um feito inédito para seguir vivo na competição. O time precisa transformar domínio ofensivo em placar, diante de uma fase de pouca eficiência na conclusão.

Em 2026, excluindo o estadual, o Tricolor soma 31 gols em 22 jogos (1,4 p/j) e 1,31 de xG por partida, com 51 grandes chances criadas e 29 ainda desperdiçadas. A média de finalizações no gol fica em 5,7 por jogo, números que evidenciam a dificuldade de converter chances em gols.

John Kennedy surge como referência ofensiva no cenário atual. O atacante tem nove gols em 21 partidas, excluindo o Carioca, e lidera a disputa com Rodrigo Castillo, que soma três gols. Kennedy apresenta média de 1,43 finalizações certas por jogo, frente a 0,56 de Castillo.

O camisa 9 vem de gols decisivos recentes, como o que manteve o Flu na Libertadores diante do Independiente Rivadavia, na Argentina. Também marcou contra Chapecoense, Vitória e São Paulo, mantendo a esperança de transformar volume criativo em gols contra o Bolívar.

Desempenho e contexto

O time controla jogos, mas falha na conclusão. Mesmo com alta produção de finalizações, o Flu não supera adversários com frequência ou chega a goleadas. A expectativa é pela primeira vitória expressiva da temporada, convertendo superioridade em placar largo.

Desdobramentos para a partida

O foco é manter o equilíbrio entre construção de jogadas e finalização precisa. A atuação precisa de John Kennedy para desequilibrar defensivas e ampliar a margem de gols, assegurando a permanência na Libertadores.

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