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Acidentes graves na MotoGP geram repercussões na temporada

Pilotos criticam relargadas após graves acidentes no GP da Catalunha, com Márquez hospitalizado e Zarco com lesões, levantando debate sobre segurança

Batida em GP da Catalunha que levou Álex Márquez ao hospital (Foto: Daniel Ballarin / AFP)
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  • O Grande Prêmio da Catalunha de MotoGP, realizado no domingo, (17), teve acidentes graves e hospitalizações, gerando críticas à condução de segurança da prova.
  • Álex Márquez sofreu uma queda violenta após colisão com o líder da corrida, Pedro Acosta; quebrou a clavícula direita e sofreu fratura vertebral, passando por cirurgia e sendo transferido para Madri para recuperação.
  • Como efeito do acidente, Johann Zarco foi atingido no pé por detrito que saiu da batida.
  • Logo após a relargada, Zarco, Bagnaia e Marini se envolveram em um acidente entre três motos; Zarco teve lesões nos ligamentos do joelho esquerdo e ruptura da fíbula no tornozelo.
  • Após duas interrupções por bandeira vermelha, a direção autorizou a segunda relargada, o que gerou indignação de pilotos como Jorge Martín e Pedro Acosta; Zarco disse que se arrependeu de disputar a segunda largada.

O Grande Prêmio da Catalunha de MotoGP, disputado no último domingo (17), em Barcelona, terminou com acidentes graves que levaram pilotos ao hospital. A prova teve duas interrupções por bandeira vermelha e uma segunda relargada polêmica, suscitando críticas à gestão de segurança.

Álex Márquez sofreu uma queda violenta após colidir com o líder da corrida, Pedro Acosta. O espanhol quebrou a clavícula direita e sofreu uma fratura vertebral, sendo operado com sucesso e transferido para Madrid para a recuperação. Como consequência, Johann Zarco foi atingido por detrito na perna que estava atrás do acidente.

Logo após a relargada, Zarco participou de um choque envolvendo três motos, com Francesco Bagnaia e Luca Marini. O piloto francês teve a perna presa na Ducati de Bagnaia e sofreu lesões nos ligamentos dos joelhos, além de uma pequena ruptura na fíbula.

A direção de prova autorizou uma segunda relargada após as duas interrupções, o que gerou forte indignação no grid. Aconteceram críticas públicas sobre a decisão de retornar à pista após acidentes graves, com avaliações sobre a prioridade à segurança.

Jorge Martín criticou a possibilidade de manter a corrida após as quedas durante o fim de semana, enquanto Pedro Acosta afirmou que a saúde das pessoas deve prevalecer sobre o espetáculo. Em entrevista ao DAZN, Acosta ressaltou a gravidade do dia.

Zarco disse, em entrevista ao L’Équipe, que já voltava sentindo dores no pé esquerdo e se arrependeu de ter participado da segunda largada. O piloto relatou que o hematoma piorou a concentração antes do retorno ao grid.

As informações sobre as consequências médicas e as declarações de pilotos foram veiculadas por agências internacionais e veículos de imprensa especializados no esporte, que acompanharam os desdobramentos da prova e as reações do paddock.

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