Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Reforma de São Januário não tem data de início; Vasco enfrenta venda de ativos

Vasco continua sem data para a reforma de São Januário; venda do terreno do Marapendi envolve cerca de R$ 500 milhões, dependente de negociação com a SOD Capital

São Januário antes da partida entre Vasco e Paysandu (Foto: Matheus Lima/Vasco)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Vasco tem cerca de 280 mil metros quadrados de potencial construtivo, com valor estimado do metro em aproximadamente R$ 2 mil, o que poderia render mais de R$ 500 milhões se toda a área fosse vendida.
  • A principal opção é a negociação do terreno do Marapendi, na Barra da Tijuca, uma área capaz de absorver quase todo o potencial do clube.
  • A negociação depende das tratativas conduzidas pela SOD Capital; não há contrato de exclusividade, mas o Vasco mantém o compromisso verbal e evita conversar com outras incorporadoras enquanto o negócio não se encerra.
  • A venda do Marapendi é complexa, com estimativa de cerca de R$ 500 milhões, e há interesse de empresas como Tegra, Cyrela e Multiplan; também há a possibilidade de desmembrar o potencial para venda em parcelas.
  • Além do Marapendi, o Vasco avalia alternativas como desmembrar o potencial para várias empresas e usar parcialmente o terreno do antigo Terra Encantada, pertencente à Cyrela; duas operações de 30 mil metros quadrados já teriam sido alinhadas, uma com a Tegra e outra que esfriou.

O Vasco não definiu data para iniciar a reforma de São Januário. Enquanto isso, o clube avalia o potencial construtivo de seu terreno, estimado em 280 mil metros quadrados para venda. O valor do metro quadrado fica em torno de R$ 2 mil, o que permitiria arrecadar mais de R$ 500 milhões se toda a capacidade fosse comercializada.

A principal linha de negociação envolve o terreno do Marapendi, na Barra da Tijuca. A área é vista como capaz de absorver praticamente todo o volume de potencial do Cruz-Maltino. A gestão acompanha as tratativas conduzidas pela SOD Capital para a compra do terreno.

A relação com a SOD Capital não tem contrato de exclusividade, porém o Vasco mantém o acordo verbal e evita conversar com outras incorporadoras. Caso outra empresa concluísse a aquisição, o clube avaliaria abrir tratativas, mantendo o compromisso atual enquanto durar o processo.

A transação do Marapendi é complexa, com estimativa de cerca de R$ 500 milhões. Além da SOD Capital, Tegra, Cyrela e Multiplan também manifestaram interesse na área e acompanham negociações. O Vasco pode, ainda, considerar desmembrar o potencial, vendendo parcelas menores a diferentes empresas.

Paralelamente, o Vasco explora a possibilidade de usar parcialmente o terreno do antigo Terra Encantada, pertencente à Cyrela, para absorver uma fração menor do potencial construtivo. Duas empresas já haviam sinalizado a compra de parcelas de 30 mil metros quadrados cada; uma negociação avança com a Tegra, outra esfriou recentemente.

Diante da demora nas operações financeiras e da burocracia envolvida, não há data definida para o início das obras de modernização de São Januário. O clube continua buscando alternativas e monitorando o desenrolar das tratativas com as interessados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais