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Pepe no Santos: jogos, gols e estatísticas

Pepe, o Canhão da Vila, atuou quinze temporadas pelo Santos, marcou 403 gols em mais de 740 jogos e moldou uma era de excelência no clube

Pepe em ação pelo Santos, o Canhão da Vila, símbolo de potência e longevidade.
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  • Pepe, José Macía, nasceu em 25 de fevereiro de 1935 e atuou pelo Santos entre 1954 e 1969, na Vila Belmiro.
  • Ao longo de quinze temporadas, disputou mais de setecentos jogos oficiais e marcou quarenta e três gols, sendo o segundo maior artilheiro da história do Santos.
  • O apelido Canhão da Vila vem do chute veloz e da técnica apurada de Pepe, com bolas que superavam cem vinte quilômetros por hora.
  • Foi parte fundamental da Libertadores de 1962 e do título mundial de 1962 pelo Santos, além de ter sido bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962.
  • Encerrando a carreira em 1969, Pepe teve liderança silenciosa e uma trajetória reconhecida pela longevidade, fidelidade ao clube e excelência técnica.

Pepe, José Macía, nasceu em 25 de fevereiro de 1935 e teve uma carreira marcante no Santos, onde ficou 15 temporadas entre 1954 e 1969. O atacante esquerdo ficou conhecido pelo chute potente e pela técnica apurada, ganhando o apelido Canhão da Vila. Sua atuação ajudou o clube a construir uma era de sucesso.

Durante os anos de maior brilho da equipe, Pepe tornou-se um dos maiores artilheiros do Santos, com 403 gols em mais de 740 partidas oficiais. Mesmo ao lado de Pelé e Coutinho, manteve produção constante e relevância histórica no elenco.

A formação na Vila e a estreia no time principal

Chegou às categorias de base do Santos ainda jovem, no início dos anos 1950, sob a orientação de Lula. A estreia ocorreu em 1954, aos 19 anos, contra o Fluminense pelo Torneio Rio-São Paulo. Demonstrou logo características de finalização e personalidade em campo.

Jogos, gols e regularidade histórica no Santos

Entre 1954 e 1969, Pepe disputou mais de 740 jogos e marcou 403 gols. Registre pessoal de atuações, feito mesmo por quem acompanhava sua carreira de perto. Atuou ao lado de Pelé, Dorval e outros grandes nomes, mantendo o ritmo ofensivo ao longo do tempo.

Pepe, o Canhão da Vila e o domínio técnico

O chute de Pepe era recordado por velocidades acima de 120 km/h e pela precisão em cobranças de falta. Contribuiu decisivamente em competições internacionais, incluindo a Copa Intercontinental de 1963 contra o Milan, marcando gols importantes.

Libertadores, Mundiais e o auge internacional

Em 1962, Pepe integrou a campanha que levou o Santos à primeira Copa Libertadores. O clube também conquistou o bicampeonato mundial nesse período, com Pepe como titular da ponta esquerda. Faturou também dois títulos mundiais pela seleção brasileira, em 1958 e 1962.

Esportividade, longevidade e liderança silenciosa

Conhecido pela disciplina, Pepe recebeu o Prêmio Belfort Duarte por esportividade exemplar. Mesmo após os 30 anos, manteve papel de referência técnica no elenco, auxiliando na transição de gerações com liderança silenciosa.

A despedida de Pepe e o legado eterno

Pepe encerrou a carreira em 1969, deixando a Vila Belmiro com homenagens. Tornou-se o jogador mais vitorioso da história do Santos e deixou um legado de fidelidade e excelência técnica. Sua história permanece referência para a posição de ponta esquerda.

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