- Neymar aparece como a liderança “confiável” da seleção, segundo pesquisa do Ibope Repucom divulgada na São Paulo Innovation Week.
- No ranking de confiança, Neymar fica em primeiro, seguido pelo técnico Carlo Ancelotti e pelo atacante Vinícius Júnior.
- Richarlison fica em quarto na popularidade, mantendo boa imagem, mas com menor confiança que Ancelotti.
- Alisson Becker e Estêvão aparecem empatados em confiança entre os mais confiantes da lista.
- Brasil é considerado o país com maior engajamento no futebol, com 59% da população assistindo pelo menos um campeonato; a pesquisa envolveu trinta e seis países.
Neymar é apontado como o líder mais confiável do Brasil, segundo a pesquisa da Ibope Repucom divulgada nesta sexta-feira, durante a São Paulo Innovation Week. O estudo envolve 60 nomes ligados à Seleção Brasileira.
O levantamento analisa confiança e popularidade para identificar quem poderia atuar como líder da equipe. Neymar aparece no topo do ranking de confiança, à frente de Carlo Ancelotti e Vinícius Jr., na visão do público.
No gráfico apresentado pelo instituto, Neymar fica com nível de confiança próximo do máximo na escala de 50 a 70, além de ter alta popularidade em 50 a 100. Ancelotti fica em segundo, seguido de Vinícius Jr.
Richarlison aparece em quarto lugar entre os mais conhecidos, mantendo boa imagem junto ao público mesmo com menor rendimento recente. O goleiro Alisson e Estêvão aparecem entre os mais confiáveis, em posições próximas.
Além dos destaques individuais, a pesquisa aponta que o Brasil é o país mais engajado em futebol entre 36 nações analisadas. Cerca de 59% da população acompanha pelo menos um campeonato, segundo o estudo.
A análise também revela que, em média, 27% dos brasileiros acompanham cinco torneios ou mais, 8% chegam a acompanhar dez, e 3% atingem 15 ou mais. Os resultados compõem a chamada “Química do Carisma”, cuja divulgação completa ocorre em breve.
A pesquisa de Ibope Repucom enfatiza ainda a relevância de identificar figuras públicas para campanhas de comunicação e patrocínios no futebol nacional. O estudo destaca a possibilidade de uso estratégico por marcas.
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