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Etapa inédita da WSL em Manu Bay favorece surfistas brasileiros

WSL desembarca em Manu Bay, Nova Zelândia, com vantagem para goofy footers e beneficiando brasileiros como Medina, Italo, Yago e Miguel Pupo

Etapa da WSL em Manu Bay 'favorece' Gabriel Medina, líder do ranking mundial (Foto: Hannah Anderson/WSL)
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  • A etapa inédita da World Surf League acontece a partir do dia 15 na praia de Manu Bay, Raglan, Nova Zelândia.
  • A rodada beneficia goofy footers, surfistas com o pé direito na frente, pois as ondas quebram da direita para a esquerda.
  • Entre os 57 atletas do Circuito Mundial, aparecem quatro brasileiros no grupo de goofy footers masculino: Gabriel Medina, Yago Dora, Miguel Pupo e Ítalo Ferreira.
  • Entre as mulheres goofy footers estão nomes como Caroline Marks (Estados Unidos) e Nadia Erostarbe (Espanha), entre outras, totalizando sete surfistas no porte feminino.
  • No circuito, os goofy footers dominam o cenário: Medina é tricampeão mundial; Ítalo Ferreira e Caroline Marks já foram campeões olímpicos, com Ítalo em Tóquio 2020 e Kauli Vaast em Paris 2024, conforme a notícia.

A partir do dia 15, a WSL chega a Manu Bay, praia de Raglan, Nova Zelândia, em uma etapa inédita do circuito mundial de surfe. A competição, que estreia no local, promete novas dinâmicas técnicas para o ranking.

Entre os atletas, o destaque fica para os brasileiros Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Yago Dora e Miguel Pupo. Eles são apontados como favorecidos pelo formato de atuação conhecido como goofy footers, em que o pé direito fica à frente na prancha.

A mudança de palco envolve ondas que quebram da direita para a esquerda, o que potencializa a entrada de frente para a onda para quem surfa dessa forma menos convencional. Dados oficiais apontam que apenas 15 dos 57 surfistas do circuito são goofy footers.

Quem está envolvido

Entre os homens, além dos quatro brasileiros, aparecem Connor O’Leary, Kauli Vaast, Cole Houshmand e Ramzi Boukhiam. Entre as mulheres goofy footers, listam-se Sawyer Lindblad, Nadia Erostarbe, Caroline Marks, Alyssa Spencer, Erin Brooks, Vahine Fierro e Anat Lelior.

Historicamente, os goofy footers dominam o circuito. Medina é tricampeão mundial; Yago, Ítalo e Caroline Marks já conquistaram o título. Na história olímpica recente, Ítalo Ferreira e Kauli Vaast foram medalha de ouro em Tóquio 2020 e Paris 2024, respectivamente.

Perspectivas e alcance da mudança

A etapa em Manu Bay introduz um novo terreno competitivo para o circuito. Avaliadores destacam que o desempenho dos atletas goofy footer pode influenciar a classificação geral e a leitura tática de ondas na região. A organização não confirmou outras etapas em locais similares.

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Etapa inédita da WSL em Manu Bay favorece surfistas brasileiros

WSL faz etapa inédita em Manu Bay, na Nova Zelândia, favorecendo os goofy footers brasileiros com ondas que quebram da direita para a esquerda

Gabriel Medina está na semifinal em Margaret River (Foto: Hannah Anderson/WSL)
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  • A etapa da WSL desembarca em Manu Bay, Raglan, na Nova Zelândia, a partir desta sexta-feira (15).
  • Em Manu Bay, surfistas goofy footer podem entrar de frente na onda, pois as ondas formam da direita para a esquerda, o que favorece esse estilo menos convencional.
  • Dos 57 atletas do Circuito Mundial, 15 são goofy footers; entre os homens estão Gabriel Medina, Yago Dora, Miguel Pupo, Italo Ferreira, Connor O’Leary, Kauli Vaast, Cole Houshmand e Ramzi Boukhiam.
  • Entre as mulheres, sete surfam goofy footers: Sawyer Lindblad, Nadia Erostarbe, Caroline Marks, Alyssa Spencer, Erin Brooks, Vahine Fierro e Anat Lelior.
  • Mesmo com o domínio de quem surfa de forma menos tradicional, Medina é tricampeão mundial; Yago, Ítalo e Caroline Marks já venceram o título, e Ítalo e Kauli foram ouro olímpico em Tóquio 2020 e Paris 2024, respectivamente.

A etapa da World Surf League em Manu Bay, Raglan, na Nova Zelândia, começa nesta sexta-feira (15). O circuito chega a um local inédito, com o objetivo de manter o ritmo competitivo entre os 57 surfistas ainda em atividade. A mudança pode favorecer competidores que ficam em pé com o pé direito à frente.

Entre os atletas, quatro brasileiros aparecem entre os que se beneficiam do formato: Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Yago Dora e Miguel Pupo. Eles surfam na posição conhecida como goofy foot, com o pé direito à frente, o que, em Manu Bay, pode facilitar a leitura das ondas formadas da direita para a esquerda.

Segundo dados da elite mundial, apenas 15 dos competidores são goofy footers. Na lista masculina, além de Medina, aparecem Yago Dora, Miguel Pupo e Ítalo Ferreira, ao lado de atletas de diferentes nacionalidades, como Connor O’Leary, Kauli Vaast, Cole Houshmand e Ramzi Boukhiam.

Entre as mulheres, há sete atletas com esse perfil, incluindo Sawyer Lindblad, Nadia Erostarbe, Caroline Marks, Alyssa Spencer, Erin Brooks, Vahine Fierro e Anat Lelior. A predominância de canhotos no circuito continua, apesar de essa etapa trazer um formato que privilegia quem tira proveito da direção das ondas.

A história recente aponta que, mesmo com a tendência de dominância dos goofy footers, o desempenho no circuito não depende apenas da posição de de pé. Medina já foi tricampeão mundial; Ítalo Ferreira e Caroline Marks também já conquistaram o título mundial.

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