- Bap afirmou a necessidade de renegociar o contrato com a Globo, que detém os direitos da Libra até a temporada de 2029.
- Ele criticou o modelo da antiga gestão, dizendo que foi criado de forma ortodoxa e que a fragmentação atual é inevitável diante da tecnologia.
- A cláusula que reduz a receita do bloco caso um clube caia para a Série B, sem aumento quando sobe, é alvo de críticas e deve ser debatida na renegociação.
- O presidente do Flamengo também mencionou interesse em temas como Cartola e o fantasy game da emissora, destacando a necessidade de repasse pela uso da imagem dos clubes.
- Bap vê a participação da CBF como fundamental para a criação de uma liga brasileira, sugerindo que a entidade poderia facilitar a negociação e atuar como mediadora.
O presidente do Flamengo, Marcos Braz, afirmou que vai renegociar o contrato de transmissão da Libra com a Globo. Ele disse que o acordo atual foi feito pela gestão anterior e que contratos devem ser revistas, se for necessário.
Braz criticou o modelo de negócio vigente, repetindo que a modernidade tecnológica favorece a fragmentação da transmissão. Ele citou a compra de direitos pela Amazon em jogo único para defender ajustes nas negociações com a Globo.
Ele comentou ainda sobre a cláusula de repasse que reduz receitas se um clube cai para a Série B, destacando que não há aumento quando sobe para a Série A. O dirigente afirmou que é cedo para aceitar tais termos e que a renegociação é inevitável.
O dirigente mencionou outros pontos a serem discutidos com a Globo, como o uso da imagem de clubes e atletas nos conteúdos da emissora, incluindo Cartola e fantasy game da Série A. Ele diz que o repasse pelo uso da imagem é necessário.
Braz também tratou da criação de uma liga no futebol brasileiro com participação da CBF. Ele afirmou ser favorável à ideia e destacou que a CBF pode atuar para facilitar negociações e reduzir burocracia, mesmo em cenários difíceis.
Segundo ele, a liga pode ampliar o aproveitamento de 380 jogos do Brasileirão por ano, elevando o valor do produto. Ele reforçou que a CBF é vista como stakeholdeer relevante e que sua participação ajudaria na implementação.
O presidente do Flamengo reconheceu o trabalho da gestão da atual presidência da CBF, ressaltando que houve avanços em seis meses. Afirmou, porém, que é preciso discutir a forma de operar a liga antes de qualquer implementação.
Entre na conversa da comunidade