- A elite do surfe desembarca em Raglan, Nova Zelândia, para a quarta etapa da WSL, pela primeira vez nesta temporada com uma onda de esquerda.
- O point break de Manu Bay, famoso pela esquerda longa, quebra sobre rochas vulcânicas e recebe a competição neste momento de domínio brasileiro no circuito, com Gabriel Medina (masculino) e Luana Silva (feminino) na liderança dos rankings.
- Raglan fica conhecida pela atmosfera “roots”, clima hippie e pela prática de surfe em uma onda que promete boas ondas no início da janela de competição.
- O pico é dividido em sessões principais — Indicators, Whale Bay e Manu Bay — e oferece uma parede longa para manobras, além de uma sessão tubular chamada “The ledge”.
- A cidade tem importância histórica para o povo Māori e abriga referências culturais e naturais relevantes, com Raglan sendo destaque por sua esquerda de alta performance.
A elite do surfe desembarcou em Raglan, na Nova Zelândia, para a quarta etapa da WSL. Pela primeira vez nesta temporada, a prova acontece em uma onda esquerda, no point break de Manu Bay, e marca a continuidade do circuito em terreno exótico.
A cidade costeira, com pouco mais de 3 mil habitantes, oferece uma atmosfera cultural de espírito livre. O evento chega após as etapas em direitas da Austrália, gerando expectativa entre atletas e fãs sobre a performance na esquerda.
A disputa promete colocar em evidência a formação brasileira no circuito, com Gabriel Medina e Luana Silva liderando os rankings masculino e feminino. A expectativa é por boas ondas no início da janela de competição.
Gabriel Medina treina na esquerda de Manu Bay e se prepara para enfrentar um estilo de onda diferente do que costuma encontrar no circuito. Entre treinos, atletas avaliavam o potencial da prova.
A WSL havia sinalizado a busca por destinos variados após a saída de Jeffreys Bay, buscando novas ondas de alto desempenho. Manu Bay é conhecido por romper com rochas vulcânicas e oferecer longas paredes.
Italo Ferreira também treina as esquerdas de Raglan, já projetando a amplitude de manobras possíveis na bancada local. A equipe técnica acompanha a adaptação dos atletas à nova geometria da onda.
Raglan, cidade com história indígena e forte ligação com o surf, é lembrada pela cultura Maori. O pico de Whale Bay é considerado espiritual pelo povo nativo e recebe atenção de visitantes.
Raglan é uma das esquerdas mais longas do mundo, com três sessões principais: Indicators, Whale Bay e Manu Bay, onde ocorre a etapa da WSL. A onda oferece sequência de manobras extensas e boas oportunidades de tubos.
A região tem passado por transformações históricas, incluindo disputas por terras na década de 1970. A devolução de imóveis em 1983 ficou como marco de resistência indígena na Nova Zelândia.
Resistência e História Maori em Raglan
A divulgação oficial afirma que a região é reconhecida pela sua topografia de rochas e areia, que favorece a prática de surfe de alta performance. A bancada oferece condições para treinos intensos antes da competição.
De acordo com especialistas, Raglan representa um desafio técnico e estratégico para os atletas. A logística do local, com ventos e marés específicos, exige ajuste rápido durante a janela de prova.
A disputa em Raglan está programada para começar nesta quinta-feira, com a expectativa de dias de treino e competição ao longo da janela. O desempenho na esquerda pode reconfigurar o ranking da temporada.
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