- Lewis Hamilton, embaixador da Rimowa, participou de evento na flagship da marca em Colônia, Alemanha, recebendo uma case personalizada para transportar seus discos de vinil.
- Ele afirmou “eu amo o Brasil” ao falar das iniciativas sociais da Mission 44, fundada para ampliar o acesso de jovens a educação e carreiras em STEM.
- O piloto revelou hábitos de viagem intensos, com cerca de cento e quarenta voos por ano e passagem por mais de vinte e cinco países, levando itens de conforto como travesseiro, manta, velas, fotos e música.
- A Mission 44 já apoia dezenas de organizações no Reino Unido, Estados Unidos e Brasil, e Hamilton leva centenas de jovens ao paddock durante o GP de São Paulo para conhecer engenheiros e profissionais da Fórmula 1.
- Além da paixão pela Fórmula 1, ele destacou o interesse por design e por entender a evolução das marcas, além de enfatizar pensamento positivo e propósito social que vão além das pistas.
Lewis Hamilton marcou presença na flagship da Rimowa em Colônia, Alemanha, para um encontro que foi além das pistas. O evento ocorreu perto da imponente catedral da cidade, com o embaixador da marca falando sobre ações sociais e itens exclusivos desenvolvidos para o piloto.
O encontro mostrou uma faceta do piloto que mistura música, viagens e vida pessoal. Hamilton revelou que carrega objetos que o fazem sentir em casa durante as viagens, incluindo um travesseiro, uma manta, velas, fotos pessoais e música.
Além da conversa sobre rotina, ele destacou hábitos que ajudam a manter o equilíbrio em meio a cerca de 140 voos anuais. Entre os itens trazidos estão itens de conforto que o acompanham em hotéis ao redor do mundo.
Propósito além da pista
A conversa abordou a participação de Hamilton em iniciativas sociais, especialmente por meio da Mission 44, a fundação criada para ampliar o acesso à educação e a carreiras em STEM para jovens de diferentes origens. A fundação já atua no Reino Unido, nos EUA e no Brasil.
Sobre viagens, o piloto mencionou ter aprendido muito ao conhecer culturas diversas e ao buscar entender origens familiares, incluindo pesquisas no Quênia, que é apresentado como um dos lugares onde mais se conectou consigo mesmo.
Na visão dele, a Fórmula 1 continua a evoluir e manter a paixão pelo esporte, que começou ainda na infância. Mesmo com décadas na modalidade, ele enfatizou o interesse contínuo pelos desdobramentos técnicos e pelas mudanças constantes nos carros.
A reflexão sobre propósito ganhou relevância ao narrar a percepção de que a trajetória pode transcender as pistas. A Mission 44 surgiu de questionamentos sobre a falta de diversidade nas equipes de engenharia da Fórmula 1 e do desejo de ampliar oportunidades para jovens de diferentes perfis.
Hoje, a fundação apoia diversas organizações e, durante o GP de São Paulo, comoção de levar centenas de jovens ao paddock para conhecer engenheiros e profissionais, ampliando a visão de que a engenharia pode ser uma opção viável.
Hamilton também compartilhou hábitos simples que ajudam no dia a dia, incluindo momentos em família, assistir a filmes e evitar o uso excessivo de redes sociais, por entender o impacto negativo dessas plataformas.
O encontro reforçou uma imagem de Hamilton menos centrada apenas na pilotagem, mas também na disciplina, curiosidade e potencial de impacto social. A relação com a Rimowa destacou interesse por design, arquivos históricos e objetos vintage, além de explorar bastidores de marcas para entender sua evolução.
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