- Santos entregou nesta segunda-feira, 11, a primeira documentação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), o equivalente ao Fair Play Financeiro da CBF.
- O envio foi feito à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) e faz parte de séries anuais obrigatórias para clubes da Série A e B.
- Na primeira entrega, foram apresentados dados do requisito de solvência; as próximas entregarão informações sobre demonstrações financeiras, governança, transparência e orçamento.
- O processo envolve os Departamentos de Compliance, Financeiro, Contabilidade e Recursos Humanos, iniciando em 2026 com a vigência do regulamento.
- O Fair Play Financeiro busca a solvência e a sustentabilidade das equipes, sendo visto pelo Santos como passo para aprimorar governança e práticas de gestão.
O Santos informou que entregou nesta segunda-feira (11) a primeira documentação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), o nome técnico do Fair Play Financeiro da CBF, à ANRESF, órgão regulador. A entrega marca o início de um ciclo anual obrigatório para clubes de Série A e B, conforme as regras da entidade.
Nesta primeira remessa, o clube apresentou dados relacionados ao requisito de solvência. Ao longo do ano, as próximas entregas abordarão demonstrações financeiras, governança, transparência e informações orçamentárias.
O processo de escritura envolve participação de várias áreas do Santos, incluindo Compliance, Financeiro, Contabilidade e Recursos Humanos, garantindo o envio transversal das informações. A obrigatoriedade de envio começou em 2026, com a entrada em vigor do regulamento.
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, ressaltou que o Fair Play Financeiro representa evolução para o futebol brasileiro, associando sustentabilidade, responsabilidade e transparência à competitividade esportiva e à gestão profissional. Ele acrescentou que o cumprimento das exigências reforça o compromisso com governança de alto nível.
O sistema de Fair Play Financeiro tem como objetivo manter a saúde econômica dos clubes e a integridade das competições, assegurando solvência e sustentabilidade das entidades envolvidas no esporte. O Santos observou que a norma amplia a cultura de planejamento e integridade no futebol.
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