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Nova comissão de ética do São Paulo é definida; confira os nomes

Nova comissão de ética do São Paulo é definida; mudança aponta irregularidades, votação foi cancelada e dirigente pode ser afastado por até 120 dias

Somente um membro da formação antiga segue (Foto: Izabella Giannola/ Lance!)
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  • A nova comissão de ética do São Paulo será formada por José Rubens Macedo Soares Sobrinho, Luiz Braga, Caio Forjaz, Carlos Sadi e Kalil Rocha Abdala; Luiz Braga é o único nome que já integrava a formação anterior.
  • A mudança foi oficializada nesta terça-feira.
  • No documento, Olten afirma que todos os atos feitos pela comissão até agora permanecem válidos, inclusive o relatório sobre o afastamento provisório.
  • A decisão foi justificada por irregularidades na condução dos trabalhos e falta de imparcialidade, e a votação para definir o futuro do dirigente foi cancelada.
  • O tema será analisado juridicamente, conforme informou João Farias, vice-presidente do Conselho Deliberativo, após a suspensão da sessão por suscituação de dúvida estatutária apresentada pelo conselheiro Richard Magalhães.

A mudança na comissão de ética do São Paulo foi oficializada nesta terça-feira. O clube definiu a nova formação, que passa a contar com José Rubens Macedo Soares Sobrinho, Luiz Braga, Caio Forjaz, Carlos Sadi e Kalil Rocha Abdala. O objetivo é ampliar a atuação do órgão dentro da instituição.

Luiz Braga é o único nome que já integrava a antiga comissão e teve papel relevante no processo que resultou no afastamento de Julio Casares da presidência. A nova composição chega após questionamentos sobre a condução dos trabalhos anteriores.

O documento que tratou da alteração foi divulgado pelo clube. O texto cita irregularidades na condução dos trabalhos e aponta falta de imparcialidade por parte dos membros. A votação que definiria o futuro da presidência foi cancelada na segunda-feira.

Mudança no São Paulo

A sessão que analisaria o caso foi suspensa após o conselheiro Richard Magalhães apresentar um documento de dúvida estatutária. O pedido contestou a validade da votação com base no artigo estatutário utilizado para pautar a possível recomendação de afastamento.

A solicitação de análise jurídica foi acolhida por João Farias, vice-presidente do Conselho Deliberativo. Ele informou que o tema será encaminhado para avaliação jurídica antes de qualquer decisão adicional.

O desfecho do processo pode influenciar a gestão do clube ao longo de 2026, com consequências para a continuidade de atividades do órgão de ética e para o comando institucional. O São Paulo não divulgou prazos para novas votações ou definições formais.

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