- Tite deixou o Cruzeiro após o empate com o Vasco, encerrando o comando na Raposa.
- Disse que esperava permanecer por um trabalho a médio e longo prazo, rejeitando contrato de dois anos e aceitando apenas um, para depois avaliar.
- O objetivo inicial era ser campeão mineiro e retomar o clube após seis anos; o planejamento enfrentou dificuldades por entrar sem os principais atletas.
- Nos oito primeiros jogos houve cinco derrotas, incluindo o clássico, e início de Brasileirão com derrota; após ajustes, o time venceu nove jogos seguidos e foi campeão mineiro.
- Sobre a comissão técnica, explicou que monta a equipe com dois técnicos, delega funções e mantém o mesmo modelo, com o filho Matheus Bachi atuando como auxiliar entre os profissionais já citados.
Tite deixou o comando do Cruzeiro após empate com o Vasco. O treinador afirmou que esperava permanecer no clube para trabalhar a médio e longo prazo e que havia proposta de contrato de até dois anos, mas preferiu um ano de avaliação. O período buscaria consolidar o planejamento para 2025 e além, com o objetivo de retomar o protagonismo mineiro.
O técnico detalhou que o Cruzeiro pretendia vencer o Campeonato Mineiro como primeiro objetivo, marcando o retorno após seis anos. Ele destacou que levou a família à compreensão do projeto e que o time precisava de continuidade para evoluir, com oportunidades para jovens da base e atletas regionais.
Sobre o desempenho, Tite relatou dificuldades iniciais decorrentes da ausência de principais jogadores e da adaptação de jovens da Toca. O treinador reconheceu que os oito primeiros jogos foram marcados por derrotas, incluindo o clásico local, e por车辆dificuldades no início do Brasileirão, com problemas de disciplinar e contusões que influenciaram as escolhas táticas.
Relação com a equipe técnica e o filho
Tite explicou como organiza a comissão técnica, ressaltando que cada assistente tem funções definidas por ele. O treinador, o analista Vinícius, Wesley e Henrique formam o núcleo, com atuação conjunta na preparação e na divisão de tarefas. O modelo permanece o mesmo, com autonomia delegada em determinados trabalhos.
Segundo o relato, o filho de Tite, Matheus Bachi, atuou como auxiliar, mas a condução das ações técnicas é definida pelo treinador principal. A estrutura reforça a atuação de profissionais com foco na performance, mantendo a hierarquia e a supervisão direta de Tite.
Entre na conversa da comunidade