- Fifa, governo federal, governo de Minas e a prefeitura de Belo Horizonte participaram da primeira reunião oficial para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil, com BH entre as sedes.
- Belo Horizonte foi escolhida entre oito cidades-sede; outras são Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador; o torneio será disputado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, pela primeira vez com um país da América Latina como anfitrião.
- A administração municipal destacou a continuidade do planejamento iniciado na gestão do ex-prefeito Fuad Noman e disse que a cidade atenderá às exigências da FIFA e do Ministério dos Esportes.
- A secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina ressaltou o impacto econômico e turístico do evento, que deve fortalecer turismo, serviços e infraestrutura local.
- A chefe de Relações Governamentais com as cidades-sede da FIFA informou investimento recorde da entidade de US$ 800 milhões para 2027, o dobro do valor investido na edição de 2023; houve vistoria técnica no Mineirão após a reunião.
Representantes da Fifa, do Governo Federal, do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte estiveram nesta segunda-feira (11) na primeira reunião oficial para alinhar a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil. O encontro deu início às articulações para aplicar a competição na capital mineira.
Belo Horizonte é uma das oito cidades-sede escolhidas para sediar partidas do torneio, que ocorrerá entre 24 de junho e 25 de julho de 2027. Além de BH, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador integrarão o calendário mundial. Esta edição marca a primeira vez que a América Latina recebe o Mundial.
A administração municipal destacou a continuidade do planejamento iniciado na gestão do ex-prefeito Fuad Noman e ressaltou que a gestão atual assumiu o compromisso de atender às exigências da Fifa e do Ministério dos Esportes. A secretária de Desenvolvimento Econômico afirmou que a cidade seguirá com as etapas definidas para a candidatura.
A chefe da Copa do Mundo Feminina, Juliana Picoli Agatte, enfatizou o impacto econômico e turístico esperado para as cidades-sede, com benefícios para turismo, serviços e infraestrutura. Ela mencionou que faltam cerca de 400 dias para a abertura do torneio e destacou o potencial de desenvolvimento regional com a realização do evento.
Jacqueline Barros, encarregada das Relações Governamentais com as cidades-sede da FIFA, informou que o aporte financeiro da FIFA para 2027 será de 800 milhões de dólares, valor recorde e equivalente ao dobro do investido na edição de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia. Ela destacou que esse investimento sustenta a relevância e a qualidade do torneio no Brasil.
Ao final da reunião, houve uma vistoria técnica no Mineirão, estádio que deverá receber ao menos cinco partidas da competição. A visita envolveu representantes da Fifa, da Prefeitura de Belo Horizonte e dos governos estadual e federal, para avaliar infraestrutura, acessos e serviços necessários.
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