- Alisson, 20 anos, atacante da base do Atlético Mineiro, conquistou o título da Ukrainian Premier League 2025/26 com o Shakhtar Donetsk ao vencer o SC Poltava por 4 a 0 fora de casa, com três rodadas de antecedência.
- Na liga, ele somou um gol e três assistências em 12 partidas, totalizando 15 participações diretas em gols em 26 jogos na temporada (sete gols e oito assistências).
- O jogador voltou após cirurgia no pé, retornando na segunda metade do campeonato, período em que o Shakhtar assumiu a liderança e disparou na ponta.
- A transferência do Atlético Mineiro para o Shakhtar, em março de 2025, foi por cerca de 14 milhões de euros, tornando-se a terceira maior venda da história do clube.
- Alisson celebrou o título, dizendo que segue cumprindo o objetivo de levantar troféus pelo Shakhtar desde a chegada ao clube.
Alisson, atacante da base do Atlético Mineiro, vive momento ascendente no futebol europeu. Neste domingo, 10, ele conquistou o primeiro título nacional da carreira com o Shakhtar Donetsk, ao vencer o SC Poltava fora de casa por 4 a 0. A taça foi assegurada com três rodadas de antecedência.
A campanha resultou na Ukrainian Premier League 2025/26 para o Shakhtar, equipe comandada por Arda Turan. O brasileiro somou um gol e três assistências em 12 partidas no campeonato, contribuindo mesmo após retornar da cirurgia no pé.
O retorno de Alisson ocorreu na segunda metade da temporada, coincidindo com a arrancada da liderança do Shakhtar. Ao todo, ele participou de 26 partidas na temporada, marcando sete gols e distribuindo oito assistências.
Após o título, o atacante celebrou a trajetória no clube: destacou a importância do apoio da equipe, o desafio de atuar em país estrangeiro e o cumprimento de metas de taças ao longo da temporada.
Conquista histórica e valorização
Desde a sua formação, Alisson foi visto como uma das grandes promessas do Atlético Mineiro, com início promissor no profissional que chamou atenção de clubes europeus. A transferência para o Shakhtar foi fechada em março de 2025 por cerca de 14 milhões de euros.
Essa negociação ficou gravada como a terceira maior venda da história do Atlético, ficando atrás apenas de Bernard e Paulinho, impulsionando o clube brasileiro no mercado internacional. O negócio consolidou a relevância da atuação da base alvinegra no cenário global.
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