- A Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções, será organizada por México, EUA e Canadá, e começa em 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México; a final está marcada para 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, com gramado novo.
- Iran será um dos participantes na fase inicial, com três jogos nos Estados Unidos, apesar de tensões diplomáticas; houve questionamentos de autoridades americanas e incidentes de imigração durante eventos da FIFA.
- A organização confronta críticas sobre ingressos e custos: a FIFA estima receita de cerca de 13 bilhões de dólares, com 25% dos ingressos da fase de grupos acima de 300 dólares; há reclamações de preços altos e reservas hoteleiras abaixo do esperado.
- Aproximação do torneio aumenta o temor de lesões em astros das seleções; Brasil avalia a recuperação de Estêvão e a possível presença de Neymar, enquanto França, Alemanha e Países Baixos registram baixas por contusões.
- Além disso, a competição terá três cerimônias de abertura (uma para cada país anfitrião) e a música oficial, Dai Dai, com participação de Shakira.
O countdown para a Copa do Mundo de 2026 começou em 11 de maio, com a bola prestes a rolar nos Estados Unidos, México e Canadá. A estreia acontece no Estádio Azteca, na Cidade do México, em 11 de junho, e a final está marcada para o MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. O torneio reunirá 48 seleções pela primeira vez, em formato triplo host, com a sombra de tensões geopolíticas no cenário internacional.
A organização e as finanças do evento são temas centrais. Gianni Infantino, presidente da FIFA, sustenta que o Irã ficará disponível para os três jogos da fase inicial, disputados nos Estados Unidos. Ainda há debates sobre preços de ingressos, com estimativas de arrecadação global em torno de 13 bilhões de dólares.
A tensão política acompanha a montagem do torneio. O governo americano enfrenta críticas sobre políticas de imigração que atingem a participação iraniana e geram apreensão entre torcedores e equipes. O Irã já teve dificuldades administrativas ao atravessar fronteiras para compromissos oficiais.
Conflito geopolítico e organização
O presidente americano sinalizou tolerância inicial, mas também levantou dúvidas sobre a presença iraniana no país. Em abril, a delegação iraniana relatou dificuldades para entrar no Canadá, mencionando tratamento humilhante pelas autoridades de imigração.
A FIFA aponta que a demanda de ingressos atingiu centenas de milhões de solicitações, com 25% das entradas para a fase de grupos abaixo de 300 dólares. Ainda assim, o custo de ingressos pode influenciar a participação de torcedores. As cifras comparam-se a campanhas anteriores em Catar.
Economia, turismo e logística
Hoteleiros dos EUA relatam reservas abaixo do esperado, citando custo elevado de viagens e exigências de visto como entraves. A expectativa de receita para a FIFA permanece alta, com projeções de geração de bilhões de dólares para o organismo.
A confusão sobre preços contrasta com declarações de Infantino, que defende a aplicação de valores de mercado. Ele afirma que houve mais de 500 milhões de pedidos de ingressos, superando fluxos de edições anteriores.
Perspectivas de elenco e andamento técnico
Antes da competição, clubes ajustam calendários para reduzir lesões. O Brasil aguarda a recuperação de Estêvão, com dúvida sobre a convocação de Neymar. Diversos jogadores já não atuam no torneio por calendário desgastante.
Oficialmente, equipes relatam perdas por lesões de jogadores-chave. França, Alemanha e Países Baixos também sofrem desfalques relevantes, impactando as possibilidades táticas.
A Copa terá três cerimônias de abertura, em três países, com lançamento de uma faixa musical oficial. O evento busca equilibrar celebração esportiva e tensões políticas que o cercam.
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