- Atlético abriu dois gols de vantagem contra o Juventud, mas cedeu o empate nos minutos finais, deixando a classificação para a Sul-Americana mais complicada.
- O técnico Eduardo Domínguez optou por força máxima fora de casa, repetindo quase a mesma equipe que venceu o Cruzeiro, com a única mudança na defesa: Vitor Hugo entrou no lugar de Junior Alonso.
- A escalação contou com Everson; Natanael, Lyanco, Ruan, Vitor Hugo e Lodi; Maycon, Alan Franco e Bernard; Alan Minda e Cassierra (Reinier).
- No início da partida, o Juventud pressionou e criou oportunidades, mas Everson salvou o Atlético em várias intervenções; o ataque atleticano teve dificuldades de criação diante da marcação alta.
- Na segunda etapa, o Atlético recuou, abriu espaço para o Juventud e, em jogadas de cruzamento, levou dois gols no final, mantendo falhas defensivas recorrentes.
O Atlético-MG enfrentou o Juventud e manteve erros crônicos que prejudicaram a partida. O Galo abriu 2 a 0, mas permitiu o empate na reta final, levando a derrota parcial na Sul-Americana. A classificação ficou mais complicada para a equipe mineira.
O técnico Eduardo Domínguez mudou o planejamento e escalou força máxima fora de casa. A única alteração na defesa foi a entrada de Vitor Hugo no lugar de Junior Alonso. Everson; Natanael, Lyanco, Ruan, Vitor Hugo e Lodi; Maycon (Tomás Pérez), Alan Franco e Bernard (Gustavo Scarpa); Alan Minda (Dudu) e Cassierra (Reinier) foram os titulares.
O Atlético pressionou no começo, dificultando a saída de bola do Juventud. A marcação alta criou problemas para a construção de jogadas, mas o ataque uruguaio pecou na finalização. Everson realizou grandes defesas, mantendo o zero no placar.
Quando avançou, o Galo chegou ao gol com finalização precisa de Alan Minda, que enxergou o goleiro adiantado e encobriu a defesa. O lance elevou a confiança do time mineiro, que manteve domínio parcial na etapa inicial.
Na segunda etapa, a postura mudou e o Atlético recuou, oferecendo a iniciativa ao Juventud. A equipe uruguaia criou oportunidades, enquanto o ataque brasileiro teve menos clareza para finalizar.
Em destaque, Vitor Hugo deixou o placar na frente após cobrança de bola parada. O gol indicava tranquilidade temporária, mas não durou. A partir daí, o Juventud passou a insistir com jogadas de cruzamento na área.
A defesa do Atlético voltou a mostrar fragilidade em momentos decisivos. Com infiltrações frequentes e erros de posicionamento, os uruguaios encontraram espaços, empatando o jogo em bola aérea e após desatenção no lance seguinte.
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