- Elena Rybakina, número dois do ranking, disputa o WTA 1000 de Roma e abre a campanha contra quem passar do quali ou contra Maria Sakkari.
- A versão atual ainda enfrenta problemas físicos e alergias, mas segue com treinos ajustados pela equipe e busca melhorar.
- Ela aponta diferenças entre Madrid e Roma: a bola fica mais pesada e a quadra é mais lenta no saibro italiano.
- A cazaque celebra a adaptação ao saibro, lembrando que, no começo, tinha mais confiança na grama e na quadra dura, mas passou a jogar bem em todas as superfícies.
- Rybakina quer repetir o desempenho de 2023 em Roma, mantendo o foco mesmo com a preparação física ainda em evolução.
Elena Rybakina, número 2 do ranking, se prepara para o WTA 1000 de Roma, no Foro Itálico, buscando voltar à ponta pela primeira vez na carreira, mesmo lidando com problemas físicos antes da estreia.
A adversária de estreia depende do resultado entre uma jogadora vindo do qualifying e a grega Maria Sakkari. Rybakina chegou às oitavas de Madri recentemente, mas conquistou o título em Stuttgart, um nível acima na sequência.
A cazaque destacou as diferenças entre Madri e Roma, lembrando que a bola fica mais pesada e a quadra mais lenta em solo italiano, o que exige bom posicionamento e uso do corpo para bater com qualidade.
Sobre o piso de saibro, Rybakina comentou a adaptação ao estilo de jogo, ressaltando que já acreditava que a superfície rápida era sua melhor base, mas tem evoluído para manter desempenho sólido em todas as superfícies.
Ela reconheceu que, apesar de vencer com base física, ainda busca melhorar a condição atual, citando alergias recentes e a necessidade de ajustes na preparação, com a equipe monitorando treinamentos dia a dia.
A cabeça de chave 2 em Roma disse oferecerá o máximo para competir em alto nível, mesmo com dias melhores e piores na recuperação, mantendo o foco em manter a forma e o ritmo de competição na estreia.
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