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Pelicans planejam dez movimentos para a offseason

Pelicans avalia manter Murphy e Murray, ampliar minutos de Fears e explorar trocas para abrir espaço financeiro e mirar o Draft de 2026

Outra temporada, mais uma vez fora dos playoffs. E sem escolha de primeira rodada no próximo Draft, o que o New Orleans Pelicans pode fazer na offseason da NBA? O time precisa de grandes mudanças ou será que as coisas estão entrando nos eixos? Clique nas setas para ver.
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  • Não trocar Trey Murphy e manter Dejounte Murray para manter a competitividade do time.
  • Dar mais minutos a Jeremiah Fears, para que ganhe experiência na rotação titular, com ele liderando a segunda unidade.
  • Estender o contrato de Saddiq Bey antes do fim do seu atual vínculo, para não perdê-lo na temporada.
  • Encontrar um parceiro para enviar Jordan Poole, abrindo espaço de US$ 34 milhões e aumentando as chances de reforços na agência livre.
  • Buscar uma escolha de draft de 2026, avaliando movimentos que possam abrir esse sonho, inclusive considerando trocas envolvendo jogadores de destaque.

O New Orleans Pelicans, após mais uma temporada sem playoffs e sem escolha de primeira rodada no próximo Draft, avalia mudanças que possam tornar a equipe competitiva novamente. A janela de offseason é vista como crítica para ajustes no elenco e na folha salarial.

O elenco é apontado como composto por peças-chave. Tre Mann Murphy é destacado como peça intocável: o Pelicans não deve negociar Trey Murphy, mesmo diante de propostas de renome. O jogador foi cestinha da equipe na última temporada e mantém status de titular.

A diretoria também considera manter Dejounte Murray, cuja volta às quadras elevou o nível da equipe. A ideia é preservar o armador para que Jerome Fears ganhe experiência, com foco no desenvolvimento da segunda unidade.

Outra prioridade seria dar mais minutos a Jeremiah Fears, já demonstrando talento. A ideia é que o jovem assuma liderança da reserva, ajudando o ataque a funcionar quando estiver em quadra.

Em termos de contratos, o Pelicans planeja abrir caminho para a extensão de Saddiq Bey, que entra no último ano de contrato e tem sido cobiçado no mercado. A ideia é evitar a perda sem retorno significativo, seja por extensão ou negociação.

Sobre a montagem de elenco, existe o objetivo de encontrar parceria para negociar Jordan Poole. O objetivo é liberar espaço salarial de US$ 34 milhões e buscar retorno que torne o conjunto mais eficiente, especialmente em times de menor mercado.

A possibilidade de abrir mão de Kevon Looney também é discutida. O pivô não teve boa adaptação à rotação do Pelicans, o que justifica considerar a saída para abrir espaço financeiro.

A ideia de estender o contrato de Karl Matković surge como consequência da saída de Looney. Matković mostrou potencial, e a equipe pode avaliar renovar com ele, além de manter opções para outras peças na posição.

Quanto a Jordan Hawkins, o Pelicans avalia uma troca. O ala-armador tem contrato de US$ 7 milhões e precisa evoluir em outras áreas do jogo; a equipe vê valor em recebimento que complemente o elenco.

Por fim, embora Zion Williamson seja uma peça central, não se descarta uma operação apenas para avançar o rebuild. A ideia é manter o talento, desde que a troca, se ocorrer, traga ativos relevantes para o evolução da equipe.

Em relação ao Draft de 2026, a diretoria demonstra interesse em conquistar uma escolha de primeira rodada, mesmo reconhecendo a dificuldade. Possíveis trocas envolvendo Herb Jones são consideradas como forma de abrir espaço para aquisição de esse ativo, sem descartar outras estratégias.

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