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Hugo Moura supera dificuldades e conquista espaço no Vasco

De vilão a líder, Hugo Moura ganha sequência no Vasco, soma gols e assistências e vira referência do elenco, com compra definitiva por cerca de R$ 10 milhões

Hugo Moura comemora gol heroico de empate do Vasco contra o Flamengo (Foto: Matheus Lima/Vasco)
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  • Hugo Moura, volante do Vasco, abriu caminho para a recuperação ao marcar o gol de empate no clássico contra o Flamengo, após chegar por empréstimo ao clube em abril de dois mil e vinte e quatro e enfrentar desconfiança por ter sido formado no rival.
  • A subida de ritmo começou com vitória por quatro a um sobre o São Paulo, em São Januário, iniciando uma sequência de jogos e a confiança do técnico Rafael Paiva.
  • No segundo semestre de dois mil e vinte e quatro, participou de trinta partidas e teve seis participações diretas em gols, com destaque para a virada nos acréscimos contra o Athletico-PR nas quartas da Copa do Brasil.
  • Ao fim de dois mil e vinte e quatro, o Vasco comprou Hugo Moura em definitivo por cerca de R$ 10 milhões; em dois mil e vinte e cinco ele manteve importância, mas alternou entre titular e banco, totalizando sessenta e um jogos.
  • Em dois mil e vinte e seis, virou liderança, atuando como capitão em ausência de Thiago Mendes e recebendo elogios de Renato Gaúcho; contrato vai até o fim de dois mil e vinte e seis, com chance de pré-contrato a partir de julho, totalizando cento e quinze partidas pelo clube.

Hugo Moura viveu uma virada de temporada neste domingo, ao marcar o gol de empate do Vasco no clássico diante do Flamengo. O jogo ocorreu em São Januário, marcando a consolidação de uma recuperação iniciada após início turbulento no clube em 2024.

Contratado por empréstimo ao Athletico-PR, o volante chegou cercado de desconfianças por ter sido formado nas categorias de base do rival. Logo no começo, perdeu espaço e teve pouca oportunidade após o confronto com o Athletico-PR, em meio a um Vasco pressionado pela condição na tabela.

Recomeço em meio à crise

A mudança de atmosfera começou com a vitória por 4 a 1 sobre o São Paulo, em São Januário, diante de uma torcida que protestava contra o preço dos ingressos. A partir dali, Hugo Moura ganhou sequência e participou das 30 partidas seguintes da temporada, contribuindo com seis participações diretas em gols (dois gols e quatro assistências).

Ele teve grande destaque na Copa do Brasil, ao marcar o gol da virada sobre o Athletico-PR nos acréscimos, ajudando o Vasco a chegar à semifinal, eliminada pelo Atlético-MG. Ao fim de 2024, o clube comprou o jogador em definitivo por cerca de 10 milhões de reais.

Consolidação e liderança

Em 2025, Moura atuou como titular sob o comando de Fábio Carille e manteve importância com a chegada de Fernando Diniz. Ele terminou a temporada com 61 jogos, a mais ativa de sua carreira, mas teve espaço reduzido no fim do ano, com três expulsões.

Em 2026, com a chegada de Renato Gaúcho, houve novo rodízio no time. Moura passou a atuar mais como liderança, exercendo papel de capitão em partidas importantes na ausência de Thiago Mendes. Renato Gaúcho elogiou o jogador, destacando a confiança recebida e a influência entre os companheiros.

O gol que simbolizou a volta por cima

Após o empate no clássico, Hugo Moura enfatizou a trajetória de superação: já errou, já foi vaiado, já recebeu aplausos. Hoje saiu de campo recebendo reconhecimento da torcida, mantendo o foco no trabalho e na continuidade do desempenho.

No total pelo Vasco, o volante soma 115 partidas, com quatro gols e sete assistências. O contrato vai até o fim de 2026, com a possibilidade de assinatura de pré-contrato com outro clube a partir de julho.

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