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Haas analisa desgaste de funcionários da F1 com universidade dos EUA

Haas fecha parceria com a Universidade de Medicina de Chicago (UCM) para medir desgaste físico e cognitivo de funcionários na F1, buscando saúde, longevidade e desempenho

Mecânicos da Haas montam carro de Oliver Bearman no GP do Japão da F1 em 2026 — Foto: Marcel van Dorst/EYE4IMAGES/NurPhoto via Getty Images
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  • Haas se une à Universidade de Medicina de Chicago para estudar os impactos físicos e cognitivos do trabalho na F1, com uso de dispositivos portáteis, entrevistas e questionários.
  • A análise foca em mecânicos, engenheiros, especialistas em informática, comunicação e equipes responsáveis pela acomodação e hospitalidade nos paddocks.
  • O objetivo é entender sono, cansaço, estresse e a dinâmica da equipe ao longo da temporada para desenvolver soluções.
  • A parceria busca quantificar os estressores do calendário da Fórmula 1, que envolve mais de vinte corridas, viagens e jet lag.
  • Como referência histórica, em 2021 o engenheiro da Red Bull Daniel Drury descreveu jornadas de até 14 horas por semana de corrida e longas distâncias entre sedes.

A Haas trabalha em parceria com a Universidade de Medicina de Chicago (UCM) para investigar o desgaste físico e cognitivo de funcionários da Fórmula 1. O estudo é inédito e foca tanto em mecânicos e engenheiros quanto em equipes de informática, comunicação e hospitalidade.

A pesquisa será conduzida nos Estados Unidos, em Illinois, com coleta de dados por meio de dispositivos portáteis, entrevistas e questionários. Pesquisadores da UCM analisarão os resultados para entender impactos ao longo de temporadas.

Essa iniciativa surge diante do calendário grid da F1, que envolve pré-temporada, mais de 20 corridas e viagens frequentes. Dan Martin, coach de desempenho da Haas, ressalta o objetivo de mapear estresse, sono e cansaço para melhorar saúde, longevidade e desempenho.

Parceria e método

Segundo a Haas, a equipe pretende mapear aspectos físicos e cognitivos do trabalho em paddocks ao redor do mundo. A coleta incluirá dispositivos vestíveis e relatos dos próprios funcionários, com análise pela UCM.

O foco é entender como as longas jornadas afetam sono, fadiga e dinâmica de equipe. Os resultados devem embasar estratégias para mitigar cargas de trabalho elevadas e promover bem-estar continuado.

Contexto e referências

A parceria também dialoga com experiências anteriores na F1. Em 2021, o engenheiro Daniel Drury detalhou a rotina durante uma temporada com 22 etapas, destacando jornadas de até 14 horas e longas deslocações entre sedes, longe da família.

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