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Wawrinka se despede de Monte Carlo e relembra título de Federer

Aos 41 anos, Wawrinka sai de Monte Carlo na estreia ante Baez, relembrando o único Masters 1000 conquistado e o título sobre Federer

Stan Wawrinka (Foto: Rolex Monte-Carlo Masters)
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  • Nesta segunda-feira, Stan Wawrinka, 41 anos, disputou a última edição do Masters 1000 de Monte Carlo.
  • Ele foi derrotado na estreia pelo argentino Sebastián Baez.
  • Wawrinka é campeão de Monte Carlo em 2014, quando venceu Roger Federer na final por 4/6, 7/6 (7-5) e 6/2.
  • Ao relembrar aquela decisão, o suíço destacou as memórias incríveis e a gratidão pela carreira longa.
  • O veterano afirma que encara a fase final com disciplina, não apenas para curtir, mas para tentar vencer algumas partidas neste último ano.

Stan Wawrinka disputou, aos 41 anos, sua última edição do Masters 1000 de Monte Carlo. O suíço caiu na estreia diante do argentino Sebastian Baez, em dois dias de competição no principado.

O título conquistado em 2014 continua como a única conquista de Masters 1000 na carreira de Wawrinka, que relembrou a final contra Roger Federer e a virada memorável que lhe rendeu o troféu. Naquele ano, vencer o compatriota foi visto como marco definitivo.

Ele explicou que a vitória sobre Federer envolveu desafios emocionais, pois os dois eram próximos pela relação na Copa Davis. A matemática do triunfo foi adaptada aos sentimentos, com o suíço reconhecendo a dificuldade de enfrentar um amigo e rival.

Wawrinka abriu o discurso destacando a origem humilde e a trajetória de evolução constante. Ele lembrou ter crescido no saibro e ter visto Monte Carlo como um dos torneios de maior afeto na juventude, o que alimentou o sonho de competir em alto nível.

O veterano comentou o esforço físico e o planejamento necessário para manter o nível competitivo aos 41 anos. Ele afirma que não participa apenas por curtir, mas para buscar vitórias e manter a sensação de triunfo, mesmo diante de adversários mais jovens.

As semanas na terra batida representam um desafio contínuo, segundo o viúvo do tênis que atuou ao lado de Federer. A meta atual é vencer partidas para manter viva a experiência de competição e a motivação ao longo de seu último ano.

Wawrinka reforçou a ideia de que o amor pelo jogo guiou toda a carreira. Mesmo sem objetivo de ser número 1 ou ganhar Grand Slams, ele destacou a constante busca pela melhoria e pela paixão que moldou seu percurso no tênis.

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