- Dívidas onerosas do Santos caíram 37% em 2025, e o clube recorreu menos a bancos para honrar compromissos.
- Dívidas de curto prazo equivalem a 41% das receitas, estando em linha com o fair play financeiro.
- Alongamentos de acordos e impostos, bem como o pagamento parcelado, contribuíram para maior equilíbrio financeiro e melhoria do fluxo de caixa.
- No mercado de transferências, o Santos estima gasto de quase R$ 54 milhões em 2025, menor que os R$ 82,6 milhões de 2024, enquanto os custos recorrentes aumentaram de R$ 251,5 milhões para R$ 467,6 milhões.
O Santos Football Clube reduziu as dívidas onerosas em 37% conforme o balanço financeiro de 2025, sinalizando menor dependência de bancos para honrar compromissos.
As dívidas de curto prazo podem representar 41% das receitas, patamar compatível com o fair play financeiro, segundo o relatório do clube.
Especialistas destacam que o alongamento de acordos como Profut, Refis e CNRD ajuda a manter o fluxo de caixa estável. Cesar Grafietti comenta sobre a disciplina financeira necessária.
Dívidas e fluxo de caixa
A relação entre dívidas de curto prazo e receitas apresenta melhora, possibilitando operação dentro dos limites do fair play brasileiro. O equilíbrio indica gestão mais contida dos vencimentos.
No mercado de transferências, o Santos estima gastar quase R$ 54 milhões em 2025, abaixo dos R$ 82,6 milhões de 2024. Já os custos recorrentes subiram de R$ 251,5 milhões para R$ 467,6 milhões.
O clube enfatiza o avanço da disciplina financeira para manter o equilíbrio entre receitas e despesas, com foco na sustentabilidade econômica a longo prazo.
Entre na conversa da comunidade