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Pedrinho reage a ataques de Bap e John Textor

Pedrinho rebate ataques de Bap e Textor, questionando a viabilidade de uma liga sob dirigentes considerados prepotentes e pedindo união entre clubes

Pedrinho em coletiva do Vasco (Foto: Divulgação/Vasco)
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  • Pedrinho rebateu críticas feitas a Bap e criticou Textor, afirmando que dirigentes com prepotência prejudicam a viabilidade de uma liga independente.
  • O ídolo do Vasco questionou a moralidade de Bap e citou situações envolvendo empréstimos ao comparar atitudes de rivais.
  • Pedrinho também acusou Textor de desrespeitar a história do Vasco e criticou o tom de bravata utilizado pelo investidor.
  • Apesar das críticas, o ex-jogador disse estar disposto a ajudar o Botafogo em caso de necessidade, destacando que são adversários, não inimigos.
  • Ele afirmou que o futebol brasileiro ainda não está maduro para uma liga independente, apontando falta de união e ataques pessoais como entraves.

Pedrinho rebate ataques institucionais de Bap e John Textor, defendendo a honra do Vasco e questionando a viabilidade de uma liga gerida por dirigentes alegadamente centralizadores.

O ídolo cruzmaltino citou um empréstimo realizado com a Crefisa e criticou o tom usado para insinuar conduta diferente de jogadores e do treinador, Fernando Diniz, em contexto recente de cobranças e cobranças internas.

O ex-jogador afirmou que a postura de certos dirigentes atinge o torcedor e a memória do clube, gerando desconfiança sobre quem estaria apto a conduzir uma liga independente.

Críticas a Textor e à gestão do Botafogo

Pedrinho afirmou que o empresário americano desrespeita a história do Vasco ao comentar sobre a situação do clube, descrevendo o tom como de bravata e de gestores que teriam atuado para agradar torcedores.

Apesar das críticas ao investidor, o ex-jogador deixou claro que estende a mão a quem disputa com o Vasco, incluindo o Botafogo e seu presidente João Paulo, caso precisem de ajuda em momentos difíceis.

Para o autor das declarações, o futebol brasileiro ainda não está maduro para uma liga independente, devido à falta de união entre clubes e ao foco em ataques pessoais, que dificultam o avanço do esporte.

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