- Roger Machado evitou falar sobre a estratégia do “gatilho” durante a coletiva após a vitória do São Paulo sobre o Cruzeiro.
- O tema foi levantado por um jornalista, que questionou se o primeiro gol teve relação com a subida de pressão quando a bola é rodada para trás.
- O repórter questionou ainda se o gol inicial foi consequência da estratégia do gatilho até a marcação do pênalti.
- O treinador respondeu de forma direta: “Não vou falar de gatilho”, evitando entrar em detalhes táticos.
- A declaração ocorreu após o São Paulo conseguir o resultado positivo na partida, mantendo o foco em outras questões da coletiva.
O treinador do São Paulo, Roger Machado, evitou falar sobre a estratégia chamada de gatilho durante a coletiva de imprensa após a vitória sobre o Cruzeiro. Ele não comentou detalhes táticos mencionados por um jornalista na entrevista.
O repórter questionou se o primeiro gol teria ocorrido pela estratégia do gatilho, relacionada à subida de pressão quando a bola é recuada pelo adversário. A resposta de Machado foi objetiva: não iria discutir esse aspecto tático.
A coletiva e o tema gatilho
Ainda na casa de respostas diretas, o treinador não confirmou nem negou a aplicação da estratégia mencionada, limitando-se a não falar sobre o assunto. O foco ficou na avaliação do resultado e no desempenho da equipe.
A sessão de perguntas seguiu sem detalhar jogadas específicas ou esclarecer se a jogada que abriu o placar envolveu o gatilho. O São Paulo manteve o tom institucional e não abriu margem para interpretações sobre a estratégia discutida.
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