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Medvedev afirma que transição para qualquer superfície é sempre difícil

Medvedev admite dificuldade de transição entre superfícies e treina firme para manter bom início de temporada no saibro de Monte Carlo

Daniil Medvedev (Foto: Rolex Monte-Carlo Masters)
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  • Daniil Medvedev, número 10 do ranking, encara o Masters 1000 de Monte Carlo em saibro, reconhecendo que a superfície não é a sua favorita.
  • O russo estreia na competição contra o vencedor do duelo entre Roberto Bautista Agut e Matteo Berrettini, sendo cabeça de chave 7.
  • Medvedev admite que mudar de piso é difícil e que precisa de tempo para treinar, especialmente após priorizar quadras sintéticas desde o verão norte-americano.
  • Ele ressalta que o desenvolvimento no saibro exige adaptação física e mental, com transições entre superfícies sendo um desafio constante.
  • Apesar de reconhecer um início de temporada eficiente, o jogador diz buscar manter o alto nível para alcançar resultados maiores, mantendo-se confiante com o desempenho atual.

Daniil Medvedev, número 10 do ranking, encara o saibro como desafio, mas mantém a confiança de surpreender no Masters 1000 de Monte Carlo. O russo treina firme para sustentar o bom início de temporada e superar as dificuldades de transição entre superfícies.

Em Monte Carlo, Medvedev é cabeça de chave 7 e estreia contra o vencedor do duelo entre Roberto Bautista Agut e Matteo Berrettini. O torneio acontece em Mônaco, sobre o saibro, superfície que ele reconhece ter interesses divergentes em relação ao jogo.

O jogador de 30 anos soma 23 títulos na carreira e já conquistou Roma em 2023, título no saibro que ratifica a adaptação recente a essa superfície. A transição entre pisos tem sido apontada como ponto de atenção para o conjunto do atleta.

Desafios na transição de piso

Medvedev explica que não é simples mudar de piso, prefere descansar e se preparar. O objetivo é chegar pronto a cada competição, especialmente após sofrer derrota precoce em Miami, o que abre espaço para trabalho específico no saibro.

Ele ressalta a necessidade de tempo para treinar, pois não se sente natural no saibro. As transições entre superfícies são citadas como difíceis, incluindo a passagem da grama para o piso sintético, influenciando o rendimento.

O russo reconhece que, desde o verão norte-americano até Miami, grande parte das partidas ocorreu em quadras sintéticas, o que pode deixar o corpo e a mente menos acostumados ao saibro. A percepção é de que o ritmo precisa ser ajustado.

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