- Ex-presidente do Internacional, Fernando Carvalho (2002‑2007), afirma que o Inter seria o campeão brasileiro de 2005, sem prejuízo ao Corinthians.
- A reivindicação ressurgiu em 2025 após declarações no Globoplay de Edilson Pereira de Carvalho, que aponta interferência da Máfia do Apito.
- O conselheiro Leonardo Aquino acionou a CBF, em novembro passado, para o reconhecimento do título, citando precedentes de reconhecimentos tardios no futebol brasileiro.
- Em setembro de 2025, no Denílson Show, Carvalho classificou o título do Corinthians como “com asterisco”, dizendo que, se jogos anulados tivessem voltado, o Inter seria campeão com dois pontos a mais.
- Carvalho relembrou a gestão do Inter, destacando disputas políticas internas e dificuldades financeiras durante o período.
O Internacional voltou a colocar em debate o título brasileiro de 2005. Fernando Carvalho, ex-presidente do clube, afirmou que a equipe gaúcha é campeã daquele ano, com base em argumentos históricos e em posicionamentos já apontados pelo clube. A declaração surgiu em meio a reivindicações recentes.
A discussão ganhou fôlego após Edilson Pereira de Carvalho, em um documentário do Globoplay, sugerir que, sem a atuação da chamada Máfia do Apito, o Inter seria o campeão de 2005. A narrativa foi tema de entrevista de Carvalho, ressaltando uma possível distorção no desfecho da competição.
Conselheiro colorado, Leonardo Aquino já encaminhou à CBF um pedido de reconhecimento do título brasileiro de 2005, citando precedentes de certificação tardia de campeonatos no futebol nacional. A iniciativa reforça a linha de defesa do Inter de que houve irregularidade que impactou o resultado.
Contexto institucional
Carvalho declarou que o clube busca o reconhecimento sem prejudicar o Corinthians, o atual dono do título de 2005 segundo a linha oficial da competição. A defesa enfatiza que a reivindicação pode seguir processos formais, sem retirar méritos de outras equipes.
Em setembro de 2025, Carvalho também comentou em entrevista recente que o Inter chegou a recorrer à justiça na época das possíveis anulações para reverter o resultado. Segundo ele, se as partidas anuladas tivessem sido revertidas, a diferença de pontos poderia colocar o Inter à frente.
O ex-dirigente destacou que assumiu o Inter entre 2002 e 2007 em meio a conflitos internos e dificuldades financeiras, o que, segundo ele, influenciou o ambiente institucional da época. O tema volta a ganhar espaço no debate público do futebol nacional.
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