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Crise na Itália: debate sobre bônus antes da eliminação expõe bastidores

Discussão sobre prêmio de 300 mil euros antes da derrota para a Bósnia expõe crise da Itália, com mudanças na federação e risco de sediar Eurocopa 2032

Bósnia x Itália - Repescagem das Eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo 2026 — Foto: Reuters
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  • Jogadores da seleção italiana discutiram uma premiação de cerca de 300 mil euros antes do jogo contra a Bósnia, segundo a imprensa europeia.
  • O montante daria aproximadamente 10 mil euros a cada atleta, caso a Itália avanzasse para a Copa do Mundo de 2026.
  • A abordagem foi considerada inadequada internamente; o técnico Gennaro Gattuso interveio, dizendo que a discussão ocorreria apenas após a classificação.
  • A Itália perdeu nos pênaltis para a Bósnia e ficou pela terceira vez consecutiva fora de Copas; Gattuso anunciou sua saída da seleção.
  • Buffon e o presidente da Federação Italiana, Gravina, também deixaram seus cargos; o país pode perder a organização da Eurocopa 2032 com a Turquia por questões de infraestrutura.

A crise do futebol italiano ganhou mais um capítulo. Jogadores da seleção discutiram um prêmio financeiro antes da partida decisiva contra a Bósnia, com valor estimado em 300 mil euros. A notícia veio à tona pela imprensa europeia.

Segundo La Repubblica, um grupo de atletas questionou a comissão técnica sobre o pagamento caso a Itália se classificasse para a Copa do Mundo de 2026, estimando cerca de 10 mil euros por jogador. A abordagem gerou desconforto interno na equipe.

A gestão da seleção viu a sugestão como inadequada, já que a partida era considerada decisiva para o país. O técnico Gennaro Gattuso interveio, conversando com os jogadores para esclarecer que a classificação vinha em primeiro lugar.

Desdobramentos

A Itália acabou derrotada nos pênaltis pela Bósnia, marcando a terceira ausência consecutiva em Copas do Mundo. O resultado alimentou uma série de mudanças no futebol italiano nos dias seguintes.

A saída de Gattuso foi confirmada na última sexta-feira, após acordo com a Federação Italiana. Também deixaram a seleção o ex-goleiro Gianluigi Buffon e o presidente da Federação, Gabriele Gravina.

Além dos rumos internos, o país enfrenta riscos externos, como a possibilidade de perder a condição de sede compartilhada da Eurocopa 2032, prevista com a Turquia, devido a questões de infraestrutura.

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