- Palmeiras, líder isolado do Brasileirão com 22 pontos, enfrenta o Bahia na Arena Fonte Nova neste domingo, às 19h30 (de Brasília).
- No duelo anterior em Salvador, o Palmeiras saiu derrotado e teve dois jogadores machucados: Lucas Evangelista e Piquerez. A equipe alegou que o gramado contribuiu para as lesões e abriu reclamação formal na Confederação Brasileira de Futebol.
- Rogerio Ceni, treinador do Bahia, ironizou o Verdão ao dizer que o time é favorecido pelo gramado ruim, pois “só fazia ligação direta” no campo sintético.
- Weverton, goleiro do Palmeiras, rebateu as críticas, afirmou que o gramado não justifica lesões e ressaltou que o time não depende apenas de chutes longos.
- O choque entre as equipes volta a ocorrer neste domingo, em um palco que já gerou polêmicas entre torcidas e técnicos no passado.
Na liderança isolada do Brasileirão com 22 pontos, o Palmeiras visita o Bahia na Arena Fonte Nova neste domingo, às 19h30. O último confronto em Salvador acabou com troca de farpas entre as equipes motivada pelo estado do gramado.
No jogo, o Palmeiras sofreu derrota e teve duas perdas: Lucas Evangelista e Piquerez se machucaram. O clube acusou o gramado pela queda no desempenho e abriu reclamação formal na CBF sobre as condições do campo.
Repercussões no vestiário e na imprensa
Rogerio Ceni, treinador do Bahia, ironizou a postura do Palmeiras e sugeriu que o time paulistano se beneficia do gramado sintético ao recorrer mais a ligações diretas. Ele afirmou que o piso favorece o rival, em especial para jogadas pela direita com Weverton, Flaco ou Vitor Roque.
Weverton, então no Palmeiras, rebateu as falas de Ceni e ressaltou que a condição do campo não justifica menosprezar o futebol praticado pelo time. O arqueiro defendeu que a equipe sabe o próprio estilo e que críticas ao gramado não explicam resultados ou desempenho ao longo da temporada.
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